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Quinta, 12 Dez 2019
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POLÍTICA
"AGIU DE MÁ FÉ"
Rádio Cova da Beira
José Rito acusa o presidente da União de freguesias de Casegas e Ourondo de agir de má fé. Primeiro quando decidiu avançar com uma lista à última da hora, e agora quando vem publicamente dizer que encontrou uma dívida de 14.500 euros na junta do Ourondo.
Por Paula Brito em 26 de Mar de 2014

O ex-autarca de Ourondo e actual coordenador do Movimento do Povo do Ourondo e Relvas, lamenta as declarações de César Craveiro que à RCB disse que foi encontrar uma divida de 14.500 euros na junta do Ourondo referente à aquisição dos terrenos para o alargamento do largo da Carreira "quem não conhece a realidade até fica com este valor nos ouvidos, isto é agir de má fé, aliás ele agiu de má fé desde a primeira hora, porque senão veja, se as pessoas de Casegas e do Ourondo não queriam esta agregação a ideia era ninguém apresentar listas, então porque razão é que aparece com uma lista na última hora?".

Quanto aos 14.500 euros referem-se à aquisição dos terrenos para alargamento do largo da Carreira "o protocolo assinado com o anterior executivo não avançou devido à falta de uma maioria nos últimos meses de mandato, mas o actual presidente da câmara da Covilhã já assumiu que vai realizar a obra, e o que a junta deixou foi os 3.500 euros da primeira tranche já pagos". José Rito nega ainda que não tenha deixado dinheiro na junta de freguesia para pagamento dos salários dos funcionários "a junta do Ourondo deixou dívida zero, e o que lá deixou dava para pagar aos funcionários, porque se ele tem ido ao Ourondo, no dia acordado para lhe passar a pasta, qualquer dúvida eu   tinha-o esclarecido". 

O Movimento Ourondo/Relvas entende que os últimos 4 meses têm sido de retrocesso para as populações e José Rito deixa vários exemplos "as limpezas dos santuários, e de tudo, era feito pela junta de freguesia, ainda não tocaram em nada, as levadas é a mesma situação, mais, as pessoas precisam de um atestado e deixam à senhora que está nos correios, porque ao contrário do que ele disse, a junta na maior parte das vezes está fechada, um documento urgente leva dias a chegar ao Ourondo". 

Para o Movimento o único caminho a seguir é o da demissão de César Craveiro da presidência da União de freguesias uma vez que está criado um fosso inultrapassável "devido à forma arrogante conforme nos tratou, e isso eu direi que é inultrapassável, eles sabiam que a situação era delicada e não agiram em conformidade e nós não aceitamos isso, não esperem zaragatas entre a população de Ourondo e Casegas, há pessoas do Ourondo que vão a Casegas e vice versa, agora eles não". 



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