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terça, 27 set 2022
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POL�TICA
CMC: INSTALAÇÃO DE ÓRGÃOS NA FREGUESIA DA BOIDOBRA GERA CONTROVÉRSIA
Rádio Cova da Beira
António Santos foi à reunião pública da câmara da Covilhã pedir ao presidente da autarquia que ajude a encontrar uma solução que viabilize a instalação dos órgãos na vila da Boidobra mas acabou por se envolver numa troca de argumentos com o vereador da CDU.
Por Nuno Miguel em 24 de Mar de 2014

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Eleito do PS na assembleia de freguesia, António Santos sublinha que todo o processo está num impasse devido à alegada adulteração dum boletim de voto na reunião para instalação dos órgãos e não poupou nas críticas à actuação do vereador da CDU em todo o processo. Reportando-se à entrevista concedida por José Pinto ao programa “Flagrante Directo” da RCB, o eleito socialista refere que as populações estão a ser fortemente penalizadas pelo impasse “o senhor veio dizer que aquilo que aquilo que se está a fazer ao senhor presidente da junta é muito grave; aquilo que é muito grave é o senhor saber que na primeira reunião de instalação, onde o vereador José Pinto estava a um metro de mim, sabe que uma senhora votou «Inês» e depois, na segunda reunião extraordinária, apareceu lá «Inês e Melo». “

Críticas que o vereador da CDU na câmara da Covilhã rejeita. Para José Pinto a intervenção do eleito do PS na assembleia de freguesia de Boidobra não passam duma tentativa de tentar iludir as populações “o senhor quer deitar poeira para os olhos das pessoas e veio aqui por em causa a minha idoneidade e eu isso não lhe admito; os votos estavam em cima da mesa e eu vi-os, a acta de instalação também a vi e é fácil ver que a caligrafia e a tinta que estava num lado também estava no outro; se a senhora se equivocou, e eu acredito que o voto seja dela, lamento e por isso é que eu acho que a CDU não tem nada que recuar”.

Uma discussão que foi interrompida pelo presidente da câmara da Covilhã por considerar que estes assuntos devem ser tratados na assembleia de freguesia da Boidobra e não numa reunião pública do executivo. No entanto Vítor Pereira não quis assumir publicamente qualquer compromisso em relação a mediar uma solução que viabilize a constituição dos órgãos autárquicos naquela vila.


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