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Manuela Ferreira Leite deixa o apelo. A presidente do PSD pretende que nas pr?ximas elei??es munic?pais os autarcas social democratas coloquem a ?rea social como a principal bandeira das suas candidaturas.
Por Nuno Miguel em 17 de Mar de 2009

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O desafio foi lançado por Manuela Ferreira Leite no salão nobre a câmara da Covilhã onde a presidente do PSD se mostrou "muito preocupada com o aumento do desemprego e do fenómeno  da emigração, sem existirem quaisquer medidas por parte do governo para combater este problema".

Manuela Ferreira Leite acusou ainda o governo "de falta de sentido de estado ao adoptar uma politica de discriminação para com as câmaras municipais e outras instituições que não estejam a ser geridas pelo PS". De visita ao concelho da Covilhã, a presidente do PSD ouviu do presidente da câmara municipal algumas queixas "em relação à atitude discriminatória do governo para com a Covilhã em relação a outros municípios". Manuela Ferreira Leite considera que "a Covilhã tem tido muita sorte pelo facto de Carlos Pinto ter gerido os destinos do concelho nos últimos anos e esperamos que assim possa continuar" numa alusão a uma eventual recandidatura do autarca.

Nesta visita, a presidente do PSD visitou o lar de São José, encontrou-se com empresários e associações do sector económico e reuniu também com o reitor da Universidade da Beira Interior. Manuela Ferreira Leite "diz estar muito apreensiva com a politica de asfixia financeira que é transversal a todo o sistema de ensino superior e a UBI não é excepção".

Á noite, no decorrer de um jantar onde marcaram presença perto de 300 militantes, a presidente do PSD deixou o aviso " se o PS vencer com maioria absoluta as próximas eleições legislativas a situação do país vai agravar-se ainda mais". A presidente do PSD recorda que "nos últimos 15 anos o PS liderou o governo em 11, com consequências muito graves para os cidadãos, e vem agora pedir uma nova maioria absoluta".
Manuela Ferreira Leite acusa também o governo de não tomar medidas de fundo para proteger as empresas e deixa como exemplo os atrasos nos pagamentos das dívidas do estado "foi dito há dias que isso vai ser feito lá para maio ou junho, o que significa que não são tomadas medidas para combater os problemas, mas sim tendo por base as eleições".

De resto as críticas ao governo marcaram grande parte desta iniciativa.Carlos São Martinho Gomes, presidente da distrital do PSD acusa o governo "de ter desencadeado, nos últimos 4 anos, uma cruzada contra o Interior, marcada pelo abandono, pelo encerramento de serviços e pela toral ausência de polítivas". Já o líder da concelhia da Covilhã, Carlos Abreu, refere que "depois de 4 anos o governo do PS apresenta-nos uma mão cheia de nada e outra de coisa nenhuma".

Também os autarcas social democratas mostraram a sua insatisfação. Carlos Pinto, presidente da câmara da Covilhã considera "urgente a substituição do actual governo" e deixou um apelo à mobilização de todos os militantes para os 3 actos eleitorais marcados para este ano. Já o presidente da câmara do Fundão, Manuel Frexes, afirma que " o actual governo não merece o voto nem a confiança dos cidadãos e por isso não pode atrever-se a pedir uma nova maioria absoluta"


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