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Segunda, 06 Abr 2020
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POL�TICA
100 DIAS DE DESASTRE
Rádio Cova da Beira
É o balanço, numa só frase, do Movimento do Povo Ourondo Relvas que esteve reunido para analisar os 100 dias da União de freguesias Casegas/Ourondo. Para a população, que volta a pedir a demissão do executivo liderado por César Craveiro, o balanço não podia ser pior.
Por Paula Brito em 21 de Feb de 2014

"O Ourondo tem queixas de tudo e de todos, porque está abandonado, a junta ainda não se apresentou ao povo, ninguém os conhece, ninguém sabe quando é que eles lá vão, ninguém os vê, é uma junta clandestina para as gentes do Ourondo, e os problemas estão lá ainda agora com este tempo que se tem feito sentir há lá problemas para resolver e ninguém aparece para os resolver". Carlos Bicho, porta voz do Movimento, antecipou à RCB as queixas que se ouviram na reunião.

Durante estes 100 dias o executivo nunca se deslocou ao Ourondo para ouvir os problemas da população, utilizando apenas um funcionário administrativo como elo de ligação somente para assuntos burocráticos "não aparece ninguém, tenho a impressão que a nova equipa se alheou do Ourondo, nós somos uma anexa de Casegas".

No comunicado que saiu da reunião, o Movimento questiona porque motivo não há editais das assembleias de freguesia no Ourondo, quem planeia os trabalhos de limpeza das ruas e caminhos ou quem vai tomar o pulso aos assuntos de carácter social que existem na freguesia. Para o movimento a única opção possível é a demissão do actual executivo para devolver a voz ao povo.

Passado mais de um ano desde a promulgação da reforma administrativa do território, Ourondo continua de luto e em luta contra a agregação e pondera voltar a manifestar o seu descontentamento nas eleições europeias marcadas para o próximo dia 25 de Maio.


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