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Segunda, 06 Dez 2021
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CULTURA
BATISTA BASTOS NA COVILH?
Foi com casa cheia que a Covilh? recebeu Batista Bastos. O m?sico, jornalista, escritor, ensa?sta e cronista foi o convidado deste m?s do caf? liter?rio. Na sua interven??o deixou muitas criticas ao jornalismo realizado no nosso pa?s.
Por CĂŠsar Duarte Ferreira em 12 de Mar de 2009
Um homem fontal, sem medo das suas opiniões, mas que se confessa envergonhado e supersticioso, revelando que não escreve sobre determinados assuntos com medo que se venham a realizar.

Batista Bastos falou das suas obras, revelou-se um contador de histórias mas lamentou o estado do jornalismo em Portugal, onde o pior defeito é não se saber escrever: “faz-se péssimo jornalismo em Portugal. Falta aos profissionais escreverem, as palavras têm cor, têm sexo e podem ser uma arma.”

Batista Bastos revelou que não se revê no jornalismo de hoje e que nada tem a ver com os profissionais do sector: “sou o numero seis do sindicato de jornalistas, mas não tenho nada a ver com esta classe. O jornalismo é paixão, devoção, causa a procura das causas e não crucificar as pessoas na praça pública antes que elas sejam condenadas.”

Satisfeito pela casa cheia, estava o vereador com o pelouro da cultura da câmara municipal da Covilhã. Paulo rosa refere que a autarquia: “vai agora trabalhar no sentido de trazermos escritores mais conhecidos das pessoas, que como vemos atrai muita gente.”

Batista Bastos que foi o convidado do café literário deste mês, uma iniciativa promovida pela câmara municipal da Covilhã e que contou com a presença dos jograis utópicos que leram excertos da obra do convidado.


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