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Sexta, 20 Set 2019
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DESPORTO
“UMA QUESTÃO QUE ESCAPOU A TODOS”
Rádio Cova da Beira
É desta forma que João Manuel Petrucci responde às críticas do actual presidente da direcção do Sporting da Covilhã que acusa o seu antecessor no cargo de ter celebrado um contrato mal feito para o clube com o arrendamento do silo auto da praça do município.
Por Nuno Miguel em 31 de Dec de 2013

José Mendes quer levar o caso aos tribunais, uma vez que esse contrato não contemplava o pagamento de IVA sobre as rendas de aluguer e foi agora exigido o pagamento de cerca de 100 mil euros. O presidente da direcção que celebrou o contrato admite que já prestou todos os esclarecimentos à actual direcção, e refere que a questão do pagamento do IVA só apareceu em finais de 2012 “nem o advogado nem o contabilista nem eu descrutinámos que o valor do IVA incidisse sobre as rendas; o contrato andou e o senhor José Mnedes também nunca viu isso e só em 2012, é que aparece uma fiscalização a exigir o pagamento do IVA desde 2008, numa verba a rondar os 100 mil euros porque antes de 2008 não é pedido nada, acho eu que por isso já ter prescrito”.

Até porque, acrescenta João Manuel Petrucci, os valores que o Sporting da Covilhã recebeu aquando da assinatura do contrato já estavam livres de impostos “tratou-se dum contrato transparente, com rigor e sem cláusulas de dupla interpretação e onde os interesses do Sporting da Covilhã foram salvaguardados; quando foi assinado o contrato promessa o clube recebeu um cheque de 20 mil euros e quando esse acordo passou a efectivo foi feita uma transferência de 180 mil euros sendo que esses valores foram tributados na origem”´.

O antigo presidente do Sporting da Covilhã admite alguma mágoa com as declarações de José Mendes mas garante que está de consciência tranquila em todo este processo “eu tive uma reunião com o senhor José Mendes onde estiveram outros directores e onde dei todas as explicações; toda a gente disse que era um bom contrato mas escapou a todos o pagamento do IVA sobre as rendas; de qualquer forma estou de consciência tranquila mas senti-me incomodado com estas declarações porque tenho 66 anos e nunca fui arguido em nada mas se tiver de ir a tribunal lá estarei para responder a todas as perguntas”.


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