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POL�TICA
"COLIGAÇÃO É INEVITÁVEL"
Rádio Cova da Beira
Mais cedo ao mais tarde o Partido Socialista terá que se entender com a CDU, com o PSD, ou com ambos, e quanto mais tarde pior. A opinião deixada em entrevista à RCB pelo presidente da comissão política concelhia do PS da Covilhã. Segundo José Armando Serra dos Reis a bola está agora do lado de Vítor Pereira.
Por Paula Brito em 28 de Nov de 2013

"A três ou a dois, a coligação terá que existir, caso contrário, os problemas vão agudizar-se sucessivamente podendo criar-se rupturas e quedas aparatosas, o tempo leva-nos a que se estruturem melhor as decisões mas não pode, na minha perspectiva, esperar muito tempo para uma coligação a dois ou a três." José Armando Serra dos Reis garante que há disponibilidade das duas partes para estas negociações que devem ser conduzidas pelo presidente da câmara da Covilhã.

À RCB o presidente da concelhia socialista admitiu que, perante a conjuntura nacional favorável ao PS e a cisão local do PSD, uma maioria relativa, no passado dia 29 de Setembro, soube a pouco "nesse contexto, sabe a pouco, mas também não podemos deixar de parte que estávamos perante uma candidatura forte, não sendo uma recandidatura, era uma espécie da recandidatura encapotada, e apesar de tudo, contra essa máquina poderosa, o PS conseguiu vencer as eleições, fica um pequeno amargo de boca por não ter vencido por maioria absoluta, mas estou convencido que se essa vitória for bem usada, é o ponto de partida para vitórias mais relevantes e expressivas no futuro". 

José Armando Serra dos Reis chama a si grande parte da responsabilidade pela união do partido na Covilhã nestas eleições admitindo que tinha preparada uma candidatura para avançar nas directas do partido que iam escolher o candidato "uma candidatura abrangente que reunia mais de uma centena de militantes, mais de um terço da comissão política e mais de metade dos autarcas socialistas do concelho”. Uma candidatura que decidiu abandonar em prol da união do PS "tem que haver alguém que ceda e o presidente da comissão política tinha essa missão de concorrer com o partido unido. A uma determinada altura surgiu uma outra sensibilidade que estaria com Vítor Pereira, que só muito tarde decidiu avançar, posso dizer hoje aqui publicamente que desde que tomei posse como presidente da concelhia, o primeiro convite que eu fiz foi ao Dr. Vítor Pereira que, por questões diversas, argumentava não poder assumir essa candidatura".

José Armando Serra dos Reis em entrevista ao programa Flagrante Directo da RCB na hora da saída da presidência da comissão política concelhia do PS da Covilhã que vai a votos no próximo dia 7 de Dezembro. Serra dos Reis não se recandidata ao lugar. 

 

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