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Sexta, 10 Jul 2020
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SOCIEDADE
UBI E IPG: ENTENDIMENTO EM CIMA DA MESA
Rádio Cova da Beira
O presidente do instituto politécnico da Guarda foi mandatado pelo conselho geral da instituição para procurar um entendimento com a UBI ao abrigo da intenção do governo em proceder à reorganização da rede de ensino superior.
Por Nuno Miguel em 28 de Nov de 2013

Constantino Rei vai agora procurar saber a disponibilidade da universidade da Beira Interior no sentido de encontrar uma solução benéfica para as duas partes “o conselho geral mandatou o presidente no sentido de ter esta proactividade e por isso não vamos ficar de braços cruzados à espera duma solução; vou agora procurar saber qual é a posição da universidade em relação a esta reorganização que o senhor secretário de estado já disse que quer ter concluída até final do ano”.

O presidente do instituto politécnico da Guarda considera que essa aproximação à universidade da Beira Interior não significa que também o politécnico de Castelo Branco venha a integrar o processo “nós estamos a 100 quilómetros de Castelo Branco mas estamos a 75 de Viseu e por isso não me parece que o eixo tenha necessariamente de ser Guarda-Covilhã-Castelo Branco; já em relação à universidade ela está a uma distância mais curta e quanto a mim a prioridade será fazer essa articulação com a UBI e não com os politécnicos de Viseu ou Castelo Branco”.

Quanto ao modelo que pode ser definido, Constantino Rei admite que a criação duma única instituição entre a UBI e o IPG é um cenário possível “pode ser uma opção para criar na região uma instituição mais forte; é claro que também não pretendemos ficar numa posição subalterna mas estamos disponíveis para encontrar o melhor modelo de integração”.

Independentemente do nome que venha a ser adoptado, Constantino Rei entende que “a maior prioridade é a definição dum modelo para que o ensino superior se afirme como um dos principais motores do desenvolvimento regional, independentemente de se chamar politécnico, universidade ou outro nome qualquer; não me parece que esse seja o aspecto mais importante”.

Também o bispo da diocese da Guarda considera que o processo de reorganização da rede de ensino superior “não pode contemplar a fusão de instituições às cegas”. Membro do conselho geral do instituto politécnico da Guarda, D. Manuel da Rocha Felício refere que “há diferenças entre os ensinos politécnico e universitário que devem ser tidos em conta neste processo”. Quanto ao modelo a seguir, o prelado sublinha que “o mapa da diocese” entre Figueira de Castelo Rodrigo e o Fundão “está definido há vários séculos e pode bem ser o modelo a seguir no processo de reorganização da rede” que o ministério quer ter concluído até final deste ano.


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