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Terça, 25 Set 2018
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POLÍTICA
FERNANDO SANTO NA COVILHÃ
Rádio Cova da Beira
Tribunal de trabalho daquela cidade vai mudar de instalações. A questão foi analisada durante a visita que o secretário de estado da justiça efectuou esta quarta-feira ao tribunal judicial e ao estabelecimento prisional da Covilhã.
Por Nuno Miguel em 30 de Oct de 2013
Fernando Santo reconhece que “o tribunal está em excelentes condições e trata-se dum edifício que foi requalificado há poucos anos enquanto que o estabelecimento prisional também oferece todas as condições de segurança e funcionalidade”. No entanto o secretário de estado da justiça considera necessário encontrar um novo espaço para o funcionamento do tribunal de trabalho “é um espaço que não tem as mesmas condições de funcionamento do tribunal judicial; durante esta deslocação com o senhor presidente da câmara tivemos oportunidade de visitar alguns espaços para concretizar essa mudança mas privilegiando sempre a óptica dos edifícios públicos que possam melhorar as condições de funcionamento”.

No final da visita o presidente da câmara da Covilhã congratulou-se ainda com a notícia de que o estabelecimento prisional daquela cidade não irá encerrar “depois de alguns rumores que houve em sentido contrário, penso que se trata duma boa notícia para Covilhã”. Para além de novas instalações para o tribunal de trabalho, Vítor Pereira pretende também transferir o funcionamento das conservatórias para o centro da cidade “é uma forma de trazer pessoas ao centro é com a criação deste tipo de serviços e para além dos espaços que visitámos que podem albergar o tribunal de trabalho também dei a conhecer algumas alternativas para a localização deste serviço”

O autarca covilhanense mostra-se ainda disponível para chegar a um acordo com o ministério da justiça sobre a posse dos terrenos em que está instalado o tribunal. Vítor Pereira refere que “ao contrário do que foi transmitido, o acordo que existia ficou sem efeito uma vez que o ministério público entende que o estado Português tem razão no diferendo que tem vindo a ser travado com a câmara da Covilhã e por isso vamos ter de aguardar pela decisão, embora o município esteja disponível para encontrar outra solução que não torne necessário o recurso às vias judiciais”.


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