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Quarta, 26 Set 2018
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POLÍTICA
“TEMA ESTÁ A SER TRATADO MAS SEM PRESSA”
Rádio Cova da Beira
Vítor Pereira não tem pressa em chegar a acordo com nenhuma força política representada no novo executivo da câmara da Covilhã no sentido de assegurar uma maioria absoluta para gerir os destinos da autarquia. Na primeira reunião do novo executivo foram distribuídos pelouros aos eleitos socialistas, Paula Simões e Carlos Martins, ficando este último também a exercer funções de vice presidente.
Por Nuno Miguel em 25 de Oct de 2013
Quanto a uma eventual coligação com CDU ou PSD tendo em vista a composição de um executivo maioritário, Vítor Pereira garante que “é um tema que estamos a tratar, mas com recato e logo que haja alguma coisa para anunciar significa que houve um entendimento; mas sinceramente não temos pressa em encontrar um parceiro para a governação na câmara municipal porque queremos que tudo seja feito com conta, peso e medida”.

Na composição da nova equipa o presidente da câmara da Covilhã nomeou Carlos Mineiro para as funções de chefe de gabinete, Jorge Torrão como adjunto e Paulo Ranito, presidente da união de freguesias da Covilhã e Canhoso também vai desempenhar funções no gabinete de apoio pessoal do chefe do executivo. Facto que leva Pedro Farromba, líder da bancada independente a considerar que se trata de uma injustiça para os restantes presidentes de junta de freguesia do concelho “vai ter acesso a informação privilegiada e também poderá ser gerador de um conflito de interesses”.

Questionado sobre o tema o presidente da câmara da Covilhã entende que não existe qualquer conflito de interesses entre as duas funções “não vejo onde é que pode estar a injustiça ou o conflito de interesses uma vez que no anterior mandato o presidente da junta de freguesia de Santa Maria desempenhou as funções de adjunto do presidente da câmara e nunca ouvi colocar essa questão”.

No final da reunião, Vítor Pereira anunciou ainda que na próxima quarta-feira o secretário de estado da justiça vai estar na Covilhã para visitar as instalações do tribunal e do estabelecimento prisional daquela cidade. Neste encontro do executivo foi ainda aprovada uma proposta para que o presidente da autarquia possa efectuar despesa até um valor máximo de 500 mil euros sem necessidade de ratificação.


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