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Sexta, 22 Nov 2019
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CULTURA
O PRESENTE E O FUTURO DA IMPRENSA
Rádio Cova da Beira
Há órgãos de comunicação social regional que podem não sobreviver à conjuntura de crise. A ideia deixada por Alberico Fernandes, administrador do grupo “Impresa” numa conferência integrada nas comemorações do centenário do “Noticias da Covilh㔠e em que foi analisado o passado, o presente e o futuro da imprensa regional.
Por Nuno Miguel em 07 de Oct de 2013
De acordo com com Alberico Fernandes “na última década a captação de publicidade diminuiu cerca de 40 por cento e o agravar da conjuntura de crise pode fazer que nem todos os órgãos sobrevivam nos próximos anos”. Nesse sentido "a aposta em novos mercados, nomeadamete o tecnológico que permita angariar novas receitas é fundamental para garantir essa sustentabilidade".

A proximidade é apontada como uma dos grandes trunfos dos órgãos de comunicação regionais que, são por isso, mais escrutinados pelo público ao contrário do que sucede com os órgãos nacionais "esse continua a ser um elo inquebrável pois os cidadãos conhecem o jornalista, podem falar directamente com ele e essa capacidade nunca pode ser desprezada".

Com a proliferação da internet e a difusão de informação, Alberico Fernandes alerta para a necessidade de existir um maior cuidado no tratamento informativo, sob pena de tal situação trazer efeitos nocivos aos jornais e ás rádios “com todas as alterações que houve, nomeadamente ao nível tecnológico é fundamental que a selecção da informação seja feita por profissionais cada vez mais competentes e que respondam a códigos de ética e deontológicos, sob pena de tal situação trazer efeitos nocivos aos jornais e ás rádios”.


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