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Domingo, 25 Out 2020
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SOCIEDADE
PAULO DE OLIVEIRA RESPONDE A CARLOS PINTO
Rádio Cova da Beira
O empresário covilhanense decidiu responder a Carlos Pinto "é grave a insinuação que faz que nunca me preocupei quando fui Presidente da ANIL das dívidas de cerca de 10 milhões de euros á EDP que a Câmara anda a pagar de industriais que faliram e ficaram a dever esse valor...As minhas empresas nunca ficaram a dever um cêntimo, não creio que o Sr. Pinto possa dizer o mesmo".
Por Paula Brito em 30 de Sep de 2013

E recorda algumas das dívidas do município "Cerca de 100.000 Euros ao maestro Cipriano, caso já decidido ao fim de 10 anos pelo Supremo Tribunal de Justiça, a expropriação que fez dos terrenos que eram da família Garrett, para a construção do Parque de S. Miguel no Tortosendo, na qual eliminou um caminho público e na construção  por engano duma arquiteta da CMC..."

Quanto aos salários que o grupo paga aos mais de mil funcionários que tem nas três empresas, Paulo de Oliveira recorda que "devia saber que são os acordados na contratação coletiva a nível nacional, que devemos respeitar, como filiados nas Associações Patronais."

Quanto ao caso Data Center "eu disse claramente na minha Carta Aberta que “ Sem menosprezar a vinda da PT – Data Center para a Covilhã, antes pelo contrário “ facto  que este senhor não refere,  eu até tive uma influência grande na vinda do Data Center para a Covilhã,  sendo uma total mentira que eu, ou alguém do nosso Grupo tenha oferecido o edifício da antiga “Nova Penteação” á PT. Também é mentira que eu tenha tentado impingi-los à Câmara. Ele é que há uns anos atrás se mostrou interessado em instalar lá o “Mercado Municipal”, proposta que não mereceu o meu interesse."

Quanto à construção ilegal em Unhais da Serra "referir que o licenciamento deste projeto foi entregue em devido tempo na DGE (em Coimbra) e que à CMC apenas foi solicitado um parecer que esta deu fora de prazo e de uma forma indevida, tendo Carlos Pinto retificado este parecer. Este tipo de projeto só poderia entrar em funcionamento após inspeção e aprovação da DGE sem a qual o fornecedor de Gás Natural não poderia abastecer. É assim totalmente falso que pretendêssemos edificar algo de forma ilegal."

 


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