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Segunda, 22 Jul 2019
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POLÍTICA
BE PEDE ESCLARECIMENTOS À CNE
Rádio Cova da Beira
O Bloco de Esquerda vai apresentar uma queixa à Comissão Nacional de Eleições, a propósito da carta aberta de Paulo de Oliveira. Segundo António Assunção, candidato do Bloco à União de freguesias de Covilhã e Canhoso, o objectivo é esclarecer se está ou não a ser violado um dos princípios da Constituição.
Por Paula Brito em 26 de Sep de 2013

"A Constituição da República Portuguesa é clara - a política comanda a economia e não a economia que comanda a política, por isso nós, sem acusarmos nada, porque não temos fundamento jurídico para o fazer, vamos submeter à apreciação da Comissão Nacional de Eleições este folheto".

As dúvidas do Bloco de Esquerda são aprofundadas num comunicado onde o bloco diz que "até parece ter havido ali mão de advogado" tal foi a preocupação em separar estrategicamente a publicidade ao grupo empresarial da carta aberta "é um grupo económico de três empresas, de prestigio europeu e nacional, todos os covilhanenses sabem disso, aparecer agora, a dois dias do fim da campanha, um folheto que na sua primeira face faz a propaganda à empresa e no seu interior uma carta política, aberta aos cidadãos, não pode deixar de nos suscitar dúvidas sobre se há ou não uma intromissão do grupo económico na política".

Em relação ao conteúdo da carta aberta de Paulo de Oliveira, o Bloco de Esquerda diz que não traz nada de novo, quer em relação à dívida do município quer em relação à celebração de contratos ruinosos para a Covilhã que, o Bloco recorda, tiveram sempre o candidato do PSD, Joaquim Matias como aliado.

No comunicado o BE aproveita para reforçar a ideia que na forja está uma aliança governativa entre a candidatura do PSD e do PS que vai culminar numa "austeridade local reforçada".  

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