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Domingo, 16 Dez 2018
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SOCIEDADE
AUDITORIA EXIGIDA
Rádio Cova da Beira
Paulo de Oliveira exige ao pr√≥ximo executivo da c√Ęmara da Covilh√£ que realize uma auditoria √†s contas do munic√≠pio. A reivindica√ß√£o √© feita numa carta aberta enviada aos cidad√£os da Covilh√£ onde o empres√°rio tece v√°rias cr√≠ticas √† forma com a autarquia foi gerida nos √ļltimos anos.
Por Nuno Miguel em 26 de Sep de 2013
Nesta missiva, Paulo de Oliveira considera que “chegou a altura de dizer basta quando os governantes perdem a noção de que são eleitos para servir e não para se servirem ou apoiarem com o dinheiro dos contribuintes a publicidade dos candidatos ditos independentes para a câmara municipal e para as juntas de freguesia”.

O empresário afirma que os covilhanenses pagam impostos como o IMI, Derrama, Taxa de Ocupação de Subsolo e factura de água “como se vivessem numa cidade muito rica” e considera que “este elevado custo é a principal causa da diminuição de alguns milhares de pessoas no número de eleitores no concelho”.

Paulo de Oliveira questiona a utilidade de algumas obras recentemente inauguradas considerando que “é fácil concretizar projectos com o dinheiro dos outros” e interroga-se também sobre os verdadeiros interesses da construção do data center da PT no antigo aeródromo “quando estava prevista a sua instalação num terreno junto ao Parkurbis”. Ao mesmo tempo considera que “foram dadas condições de excepção para a fixação da unidade sem que esse apoio seja replicado aos empresários locais que criam mais postos de trabalho”.

O empresário considera ainda que “a gestão de Carlos Pinto está descontrolada e já não merece sequer a confiança do seu partido e dos seus colaboradores mais próximos, com episódios graves e tristes como é o caso do Espaço das Idades” e recorda que os órgãos nacionais do PSD apoiaram por unanimidade o nome de Joaquim Matias para encabeçar a lista candidata à autarquia, rejeitando o apoio que Carlos Pinto pretendia para o seu candidato, Pedro Farromba, que se candidata como independente.

Paulo de Oliveira faz a análise entre as cidades de Castelo Branco e da Covilhã para concluir que Joaquim Morão deixa a autarquia albicastrense “com 46 milhões de euros nos cofres e várias obras executadas, entre as quais um aeroporto”.

Já a Covilhã “tem uma dívida de 80 milhões de euros que serão muito difíceis de pagar”. Por isso considera que neste acto eleitoral os covilhanenses não podem “pactuar com candidaturas que na sua génese apenas tem o objectivo de deixar passar o tempo e evitar auditorias”

O empresário termina a carta com um apelo a todos os cidadãos para que exerçam o seu direito de voto no próximo domingo e considera que “a única forma de se exigir que o próximo governo municipal seja empenhado é dizendo basta a quem ultimamente governou muito mal o concelho e de forma ditatorial, vingativa e anti democrática”.


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