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Terça, 24 Set 2019
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POLÍTICA
OPÇÃO CRITICADA
Rádio Cova da Beira
Assembleia municipal da Covilhã pede esclarecimentos a Carlos Pinto. Na última reunião do órgão PS e CDU quiseram ser clarificados sobre a proposta da autarquia em assumir a gestão do silo auto da praça do município.
Por Nuno Miguel em 22 de Sep de 2013

O espaço é actualmente explorado pela empresa “Park C” e que avançou, há alguns meses, com um pedido de rescisão do contrato alegando incumprimentos por parte da câmara da Covilhã no que respeita à tarifação de lugares de estacionamento à superfície e José Miguel Oliveira, da bancada socialista, refere que “não se compreende que esta proposta seja apresentada a poucos dias da realização das eleições, englobada num pacote que chega aos 13 milhões de euros de encargos e que vai condicionar, de forma significativa, a acção dos próximos executivos”.

Também Vítor Reis Silva, da bancada da CDU, entende que este negócio representa um retrocesso em relação à proposta inicial “o senhor presidente sabe bem que eu estava na câmara quando esta decisão foi tomada e aquilo que o contrato previa era que o silo ficasse na posse do município no final do período de concessão e por isso não se entende que nos esteja a ser apresentada agora esta alternativa que nos parece ser mais onerosa para o município”. 

Críticas que o presidente da câmara da Covilhã rejeita. Carlos Pinto refere que “esta proposta foi apresentada depois do entendimento do tribunal arbitral, que foi constituído depois de a empresa solicitar a rescisão do contrato”. O autarca acrescenta que “a sua aprovação contemplava no imediato o final das zonas de estacionamento pago à superfície e isso seria um benefício para todos os covilhanenses”.


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