
Uma das primeiras propostas do novo reitor passa pela realização dum seminário anual, que junte à mesma mesa instituições, autarquias e associações empresariais por forma a devir estratégias comuns para o desenvolvimento da região “gostaria que o primeiro encontro pudesse decorrer ainda neste ano civil, em Novembro ou Dezembro, e que a sua realização seja forma de forma alternada pelas três instituições de ensino superior da região””.
Mas a ligação aos politécnicos deve também ser reforçada ao abrigo da reorganização da rede de ensino superior. António Fidalgo está convicto de que as três instituições vão saber encontrar o melhor caminho para que a região tenha uma oferta mais diferenciada e cada vez com maior qualidade “não podemos deixar de, entre nós, debatermos as soluções que salvaguardem os interesses do interior; porventura vamos assumir um papel passivo aceitando o que o poder central decida sobre a matéria ou vamos dar o nosso contributo para encontrar soluções que salvaguardem e promovam as nossas instituições e a região”.
Na cerimónia de tomada de posse, o novo reitor da UBI deixou ainda um recado a todos os autarcas da Beira Interior “quem se isola fica definitivamente para trás; é necessário que todos os autarcas e protagonistas sociais e políticos da região tenham bem consciência da importância das suas instituições de ensino superior para a captação de investimentos e criação de emprego; considerar que somos apenas agências do governo central que apenas servem para canalizar transferências do orçamento de estado para a região é miopia grave”.