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Quarta, 03 Mar 2021
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POLÔŅĹTICA
DIAS ROCHA RECONHECE EXCESSOS
Rádio Cova da Beira
Ant√≥nio Dias Rocha reconhece excessos na troca de cr√≠ticas com Jorge Amaro. Em entrevista ao programa ¬ďFlagrante Directo¬Ē da RCB, o candidato do Partido Socialista √† presid√™ncia da c√Ęmara de Belmonte pediu eleva√ß√£o no debate pol√≠tico.
Por Paula Brito em 21 de Aug de 2013

"Acho que temos que dignificar a política, é tempo de parar com a baixa política, por parte dos nossos adversários já houve situações menos agradáveis, eu em devido tempo, na abertura da minha sede de campanha teci comentários porque estava farto de ouvir comentários e não responder, quem não se sente não é filho de boa gente". Admitindo que na última semana foram longe demais, Dias Rocha entende que "é tempo de parar".

Dias Rocha diz que foram as diferentes personalidades que o levaram a convidar Jorge Amaro a ser o seu número dois há oito anos atrás. Em 2013 terá que ser a população de Belmonte a encontrar essas diferenças olhando para o percurso político e profissional de ambos. António Dias Rocha aproveitou ainda para responder às criticas deixadas pelo candidato da CDU em entrevista à RCB "apesar de haver alguns que dizem que Belmonte é um caso de estudo psiquiátrico, não percebo porquê, ainda por cima vindo de pessoas que não conhecem a realidade do concelho, porque em Belmonte não há malucos, só se forem os que vão para lá, porque em Belmonte não há malucos, há pessoas sérias, com capacidade".

Se perder as eleições no próximo dia 29 de Setembro Dias Rocha coloca um ponto final na política e não vai assumir o cargo de vereador na bancada da oposição "tenho 61 anos, não estou disponível para ser vereador". Se vencer as eleições garante que ficará até ao fim, respondendo assim a uma das principais críticas dos seus adversários políticos "garanto aqui a todos os habitantes do concelho de Belmonte que, se Deus me der saúde e me ajudar, serei presidente até ao fim, abnegadamente, empenhadamente".  

Outra das garantias que o candidato socialista deixa à população de Belmonte é que todos serão ouvidos e todos terão uma resposta. Dias Rocha quer assim evitar erros do passado "se calhar, há 20 anos atrás, quando fui presidente da câmara descurei, vamos ouvir as pessoas, ninguém que for à câmara municipal sai da câmara sem ser ouvido, se eu não estiver lá, alguém terá que o ouvir, toda a gente que precisar de uma resposta da câmara municipal, se eu for presidente, vai tê-la".

A primeira medida que vai tomar, se for eleito presidente da câmara de Belmonte é pedir uma audiência ao ministro da solidariedade para lhe mostrar a realidade social do concelho onde as infra estruturas existem mas não estão a ser apoiadas pelo ministério. 

Quanto a Amândio Melo, "fez um bom trabalho de base, mas agora é preciso dar o salto, quando vemos o último censo em que Belmonte perde 11% da população, temos de dar um grito, chega". Foi este o motivo que o fez regressar "para dar uma nova esperança a Belmonte, subirei as portas dos ministérios que tiver que subir, irei a reunião com empresários onde tiver que ir, no país, em Israel, no Brasil, onde houver um empresário interessado em investir em Belmonte eu irei ter com ele".

Quanto ao município da Cova da Beira, Dias Rocha "não acredito nisso, pelo menos não na minha geração". Dias Rocha entende que Belmonte "não pode ser uma ilha" e garante que vai cooperar de forma estreita com os restantes autarcas da região.

Internacionalizar a marca Belmonte é outro dos objetivos do candidato socialista que deixa o exemplo do Fundão que é hoje reconhecido como sendo a capital da cereja "Belmonte tem muitas cerejas, desde Pedro Álvares Cabral à comunidade judaica".  


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