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Terça, 25 Fev 2020
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SOCIEDADE
RUI ESTEVES ELOGIA TRABALHO DOS BOMBEIROS
Rádio Cova da Beira
Para o comandante distrital operacional, o combate às chamas, no incêndio que começou na Coutada, foi feito de forma “muito dedicada” pelos bombeiros. O que não devia existir é a coabitação entre as casas e a floresta, o mato e silvado. Esta foi a grande dificuldade”.
Por Paulo Pinheiro em 19 de Aug de 2013

“Foi um trabalho heroico porque os bombeiros fizeram o melhor que sabiam e podiam dadas as circunstâncias em que combateram este incêndio florestal”, refere à RCB Rui Esteves.O comandante operacional distrital lamenta a morte do bombeiro Pedro Rodrigues “Um herói dos bombeiros e do país que tentou salvar as casas, fazer o melhor, mas não conseguiu”, conclui.

No final as cerimónias fúnebres, o comandante dos BVC estava consternado “ A corporação está muito triste. Perdemos um irmão, um grande amigo. O Pedro era um bom funcionário, sempre pronto a ajudar. Esta é uma circunstância muito trágica, só quem viu depois o cenário tudo… Fica na memória, é muito difícil para qualquer corporação o que aconteceu”, refere Fernando Lucas.

Também o presidente da direcção dos BVC sublinhou “a perda irreparável” para corporação“Um reconhecimento nacional que começou com uma mensagem do Presidente da República, d presença do Ministro da Administração Interna e dos mais altos responsáveis dos bombeiros portugueses. O nosso coração chora, mas não se vê”, disse Joaquim Matias.J

á o presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP), Jaime Marta Soares, apelou à revisão do Código Penal no sentido de se proceder a uma maior criminalização para o crime de fogo posto."O Código Penal tem de ser analisado de forma que não permita que um incendiário seja levado a juízo e depois vá para casa com apresentações periódicas. Estas coisas não podem continuar assim", sustentou Jaime Soares, aos jornalistas, minutos antes do início da missa de corpo presente na igreja da Santíssima Trindade (Estação),

O presidente da LBP defendeu também que é "urgente" proceder ao ordenamento da floresta portuguesa, que considera estar "maltratada e abandonada", transformando-se por isso no "grande problema dos fogos em Portugal"  


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