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Segunda, 23 Jul 2018
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DESPORTO
BENFICA E CASTELO BRANCO COM ESTRELINHA
O Benfica e Castelo Branco empatou a duas bolas frente ao Peniche, numa partida onde os Albicastrenses estiveram a perder por 0-2 e só reagiram nos últimos dez minutos, conseguindo assim um empate feliz.
Por Rui Fazenda em 15 de Feb de 2009

O Jogo começou com uma toada de equilíbrio com ambas as equipas a medirem forcas no meio do campo. A bola raramente chegava junto das balizas. A primeira situação de perigo surgiu apenas aos 18 minutos, quando o jogador do Peniche, Emanuel se esgueirou na direita e a entrada da área desferiu um remate forte permitindo uma excelente defesa a Hélder Cruz.

O Peniche voltou a criar perigo aos 28 minutos, quando Miguel Vaz perdeu a bola à entrada da sua área e Enildo ficou em boa posição para marcar, valeu para os Albicastrenses o corte providencial de Gil. E seria mesmo o Peniche a fazer o primeiro golo da partida à passagem do minuto 38, por intermédio de Enildo, que finalizou uma jogada desenhada pelo lado direito e na qual Hélder Cruz e Gil se atrapalharam sobrando o esférico para Enildo que encostou para o 0-1.

O Benfica estava a perder em casa e a realizar uma exibição muito pálida, pois os comandados de Nuno Fonseca não conseguiam chegar à baliza adversária. A única vez que o conseguiram foi aos 44 minutos quando Tiago Tavares conseguiu dominar a bola na área e, quando se preparava para rematar, foi desarmado por um defensor do Peniche. O intervalo chegava com os forasteiros a ganhar por uma bola a zero, um resultado que se justificava.

Para o segundo tempo, esperava-se a reacção do Benfica e Castelo Branco, mas foi o Peniche que surgiu melhor. Aos 47minutos, Ricardo Viola esgueirou-se na direita, foi à linha final e cruzou para o desvio de cabeça de João Nuno, que proporcionou mais uma bela defesa a Hélder Cruz. E o 0-2 viria mesmo a acontecer aos 59 minutos, com mais uma boa intervenção de Ricardo Viola na direita a cruzar para o remate de João Nuno, para mais uma excelente defesa de Hélder Cruz, mas a bola bateu nas costas de Nuno Marques e entrou na baliza encarnada.

A 20 minutos do fim, com uma desvantagem de dois golos e sobretudo com uma exibição muito pálida do Benfica e Castelo Branco, poucos acreditariam que a vitória iria fugir aos homens de Peniche. Mas Nuno Fonseca alterou o seu xadrez, tirou do jogo o desinspirado Tiago Tavares e o jovem Fixe e lançou na partida Daniel Fernandes e Gonçalo, passando Ricardo António para a posição de ponta de lança. Com esta alteração o Benfica passou a ter uma referência no ataque e o nível qualitativo do jogo albicastrense melhorou a olhos vistos. Aos 82 minutos, o Benfica beneficiou de um livre a entrada da área e em posição frontal, Miguel Vaz bateu de forma irrepreensível, reduzindo para 1-2. A esperança encarnada voltava a renascer, até que aos 86 minutos, os suspeitos do costume desenharam o golo do empate. Livre no círculo central, batido por Miguel Vaz para o poste mais distante, onde Ricardo António, de cabeça, deu a bola para Gil, que solto na pequena área, não teve dificuldades em fazer o 2-2.

Até ao final da partida, o Benfica ainda procurou o terceiro tento mas a formação do Peniche não deu mais facilidades. Um resultado feliz para o Benfica e Castelo Branco, que não pode dar 80 minutos de jogo ao adversário. Este domingo teve a felicidade de ainda conseguir um ponto, mas a exibição foi muito fraquinha. Quanto ao árbitro da partida, o Sr. Carlos Fernandes e seus pares, que vieram de Coimbra, realizaram um trabalho de bom nível.


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