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DESPORTO
FUTEBOL - ALCAINS 3 - VILARREGENSE 1
O Alcains venceu com justi?a, mas diga-se, em abono da verdade, que a diferen?a no resultado ? excessiva, uma vez que o conjunto de Vila de Rei vendeu cara a derrota.
Por João Perquilhas em 30 de Sep de 2007

Jogo no Campo Trigueiros de Aragão, em Alcains.

Árbitro: Francisco Madeira (Castelo Branco), auxiliado por Hugo Gomes e Nelson Araújo.

CD Alcains: Manuel Silva, Hugo Inácio (Luís Amaro, aos 46’), Tito, Samuel, Constantino, Betinho (cap.), Vieira (Horácio, aos 85’), David André, Manoel, Ricardo Costa (Carlos Filipe, aos 76’) e Quim Marques.

Treinador: Carlos Pereira.

Marcadores: Samuel, aos 2’; Manoel, aos 42’ (g.p.); e Carlos Filipe, aos 84’.

Disciplina: cartão amarelo a David André, aos 21’; Quim Marques, aos 24’; Samuel, aos 31’; Constantino, aos 62’; e a Ricardo Costa, aos 65’.

Vilarregense: Luís Matos, David Ferreira (Luís Dias, aos 73’), Diogo Silva, Renato Dias, Chalita (cap.), Gonçalo Barreto, Nelson, Bruno Semedo, Topa (Pedro Cotrim, aos 81’), Rui Duque (Cláudio, aos 55’) e Nuno Bocas.

Treinador: Pedro Sampaio.

Marcador: David Ferreira, aos 61’.

Disciplina: cartão amarelo a Gonçalo Barreto, aos 10’; Nelson, aos 15’; Bruno Semedo, aos 39’; Luís Matos, aos 41’; e a Diogo Silva, aos 68’.

Cartão vermelho directo a Luís Matos, aos 81’.

 

Ao marcar no princípio e final da primeira metade do desafio, o Alcains acabou por ganhar uma vantagem que se revelaria decisiva, visto que a bela reacção forasteira, mas também a intempérie que se abateu sobre Alcains constituíram um grande obstáculo. Samuel, ao segundo minuto, marcou um golaço e Manoel, a três minutos do intervalo, ampliou a vantagem na transformação de uma grande penalidade, estabelecendo o 2-0 com que se iria para as cabines.

Para a segunda metade o Vilarregense surgiu muito mais ofensivo, obrigando mesmo os da casa a recuar no terreno e as jogadas de perigo junta à baliza de Manuel Silva passaram a ser uma constante. Chalita, aos 51 minutos, e Nelson, aos 55 minutos, estiveram perto do golo, mas este, no entanto, acabou mesmo por surgir, quando aos 61 minutos David Ferreira deu a melhor sequência a um lance iniciado por Nelson. No minuto seguinte, o empate esteve à vista, mas Manuel Silva, com a ajuda da trave, evitou que o remate de Nuno Bocas só parasse no fundo das suas redes.

O autêntico dilúvio impedia um futebol escorreito, propício a muitos choques e paragens de jogo e só a 10 minutos do final a emoção voltou ao Trigueiros de Aragão. Vieira isolou-se pela direita e já perto da área foi autenticamente placado pelo guarda-redes forasteiro, que viria a ser expulso. Na transformação desse livre, Carlos Filipe, que havia entrado oito minutos antes, atirou a contar, estabelecendo o resultado final.

Boa vitória canarinha, muito valorizada pela bela surpresa vilarregense.

A arbitragem de Francisco Madeira não interferiu no resultado final, mas aqui e ali pecou pelo excesso de zelo, não sabendo distinguir faltas intencionais das que eram provocadas pelo estado alagado do relvado.


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