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Quarta, 17 Jul 2019
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SOCIEDADE
SETEMBRO É DECISIVO PARA A CARVESTE
Rádio Cova da Beira
A afirmação feita pelo presidente do sindicato têxtil da Beira Baixa que acompanhou as cerca de 200 trabalhadoras da empresa à delegação da Covilhã do instituto de emprego e formação profissional onde foram requerer a atribuição do subsídio de desemprego.
Por Nuno Miguel em 29 de Jul de 2013

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A decisão foi tomada depois de a administração da unidade ter comunicado, no final da passada semana, a suspensão dos contratos de trabalho. Luís Garra refere que “a decisão final sobre o plano de revitalização da empresa vai ser tomada lá para Setembro e nós estamos disponíveis para viabilizar a continuidade desde que seja assegurada a continuidade da laboração e a manutenção de todos os postos de trabalho”.

A grande maioria das trabalhadoras que agora está a decorrer ao subsídio de desemprego apenas vai usufruir do indexante de apoios sociais. Uma situação que, de acordo com Luís Garra, vai diminuir ainda mais os rendimentos das famílias “estamos a falar dum valor na ordem dos 419 euros e que dentro de seis meses vai sofrer uma penalização que o vai baixar para pouco mais de 300 euros o que é uma situação que vai dificultar ainda mais a vida destas trabalhadoras”.

Por parte das trabalhadoras existe muita apreensão em relação ao futuro, uma vez que algumas delas já não podem usufruir desse indexante e tem a haver dois meses de salários em atraso e vários subsídios de férias, como é o caso de Aurora Silveira, que trabalha na “Carveste” há cerca de 40 anos “a mim devem-me parte do subsídio de férias de 2009 e todos de 2010, 2011 e 2012 e ara além disso o ordenado do mês de Junho e os dias que trabalhei em Julho; claro que estou muito preocupada porque, no meu caso, já não tenho direito ao desemprego e não sei como vai ser o futuro”.


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