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Quinta, 22 Ago 2019
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SOCIEDADE
CONFRARIA DA CEREJA TEM 5 NOVOS CONFRADES
Rádio Cova da Beira
No V Cap√≠tulo, que se escreveu no passado fim de semana no Teixoso, foram entronizadas cinco personalidades e distinguidas seis institui√ß√Ķes pelo trabalho que t√™m feito na promo√ß√£o e divulga√ß√£o da cereja.
Por Paula Brito em 24 de Jun de 2013

João Carvalho, o conhecido actor, filho do não menos conhecido Ruy de Carvalho, foi um dos entronizados e comprometeu-se a divulgar a cereja de Portugal, uma das melhores do mundo “seja do Fundão, seja de Resende, seja de outro local, a cereja de Portugal é a melhor do mundo, este país é óptimo, só não o é porque às vezes tem quem não saiba tratar dele, mas Portugal, tal como a cereja, é maravilhoso”.

O empresário Paulo Ribeiro é outro dos novos confrades e vai tornar-se, dentro de três anos, num dos maiores produtores de cereja do país quando os 95 hectares de cereja que está a plantar entre as freguesias de Ferro e Peraboa, estiveram e produzir, 700 toneladas de cereja por ano “temos 50 novos hectares que entrarão em produção dentro de 3 anos, e temos 45 hectares que estão em fase de recuperação numa quinta que comprámos em Dezembro”.

Outro dos empresários entronizado foi o proprietário da Casa do Refúgio que recuperou a casa conde da Covilhã  e a transformou numa unidade de turismo rural com 7 hectares, onde além de cereja tem outras produções “sobretudo uma vertente hortícola e de mirtilo, associada a um projecto de turismo rural”.

Margarida Seguro, mulher do secretário geral do PS, é também a partir de agora embaixadora da cereja “é uma honra, primeiro porque é um fruto que eu adoro depois porque é uma terra (Teixoso) que tem uma importância para mim, que é a terra da minha avó materna e que me traz muitas saudades”.

Natural da Covilhã, a vocalista do grupo Tambor, é também a nova confreira da Confraria da Cereja. Um papel que a deixa duplamente satisfeita “para além de adorar cereja, é uma forma de voltar à minha terra natal que é a Covilhã”. Alexandra Valentim que regressa à Covilhã no próximo dia 6 de Julho para actuar com o seu grupo no teatro municipal.

Neste capítulo, a confraria da Cereja prescindiu da tradicional oração de sapiência designada “As conversas são como as cerejas” para distinguir seis instituições que têm promovido e levado longe a cereja. É o caso da câmara do Fundão. O prémio cereja 2013 foi recebido pelo vice presidente da autarquia, Miguel Gavinhos, que salientou o papel da cereja como elemento unificador da região “nós temos feito um grande esforço para promover a cereja, e está provado que hoje é um elemento mobilizador de uma região”.

A escola profissional do Fundão foi outra das instituições distinguidas. O director da Escola, Henrique Dias, aproveitou para deixar um desafio à Confraria “é urgente criar a carta gastronómica da cereja, nós temos as fichas técnicas que estamos na disposição de fornecer para que a cereja passe a ser um valor acrescentado em termos gastronómicos”. Pela criação do pastel de cereja, a escola de hotelaria e turismo do Fundão recebeu idêntico galardão. As juntas de freguesia de Alcongosta e Ferro também foram distinguidas. O presidente da junta de Alcongosta partilhou com a população de Alcongosta o prémio pelo empenho de todos na realização da festa da cereja, Paulo Tourais recebeu o prémio em nome do presidente da junta do Ferro que não pode estar presente. A cooperativa de fruticultores da Cova da Beira foi outra das instituições distinguidas. Carlos Madaleno deixou o repto que já tinha deixado em entrevista à RCB de defesa da marca cereja Cova da Beira. 

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