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Sábado, 06 Jun 2020
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POL�TICA
DISTRITO COM GRAVES CAR?NCIAS NO ENSINO
Os jovens comunistas do distrito de Castelo Branco consideram que os trinta e quatro anos ap?s o 25 de Abril ?t?m sido anos de ataque aos jovens da regi?o?. Esta ? uma das conclus?es do d?cimo primeiro encontro regional de Castelo Branco da JCP, que decorreu na casa do arco do bispo na capital de distrito
Por Paulo Pinheiro em 09 de Feb de 2009

Para a juventude comunista portuguesa, o distrito de Castelo Branco sofre de graves carências nos ensinos secundário e superior.  De acordo com os jovens comunistas, no secundário os alunos encontram “salas pré-fabricadas que não têm aquecimento, pisos em madeira que não estão fixos ao chão, falta de pavilhões gimnodesportivos para a prática da educação física, falta de material informático e falta de material nas bibliotecas”. A ausência da implementação de educação sexual, do estatuto do aluno e a falta de condições de transporte casa/escola são outros problemas detectados pela JCP.

Quanto ao ensino superior “ o estado não toma as medidas necessárias nas instituições”, no instituto politécnico de Castelo Branco (IPCB) os estudantes “sofrem as consequências das políticas do governo, de desinvestimento, alguns tem aulas em dois pólos afastados vários quilómetros e inauguraram-se pólos sem cantina”.

Na universidade da Beira Interior (UBI), segundo a JCP, os estudantes também encontram várias dificuldades “cursos em que o material disponível para as suas actividades lectivas são insuficientes, fecho da cantina da Boavista, a má qualidade da cantina de Santo António e a falta de capacidade dos serviços académicos no serviço prestado”.

A JCP refere ter saído do encontro regional de Castelo Branco com a certeza de que “o caminho é a luta”, apoiando as manifestações nacionais marcadas para 13 de Março, pela CTGP, e a 28 de Março, dia da juventude pela Inter-jovem.  


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