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Rádio Cova da Beira
Candidato da CDU à câmara da Covilhã recorda àqueles que hoje se queixam da falta de democracia que “estiveram muitos anos ao lado de posições que de democrático não tinham nada”. Em entrevista ao Flagrante Directo da RCB, José Pinto fala da experiência de liderança de 26 anos à frente da junta da Boidobra como um trunfo que nenhum outro candidato tem.
Por Paula Brito em 23 de May de 2013

José Pinto recorda que durante os  20 anos em que a presidiu à junta de freguesia da Boidobra com Carlos Pinto na liderança do executivo, foi descriminado e  perseguido politicamente. O défice democrático, na Covilhã, não é de agora “pelos vistos hoje está mais evidente porque quando se zangam as comadres descobrem-se as verdades, aqueles que hoje se queixam de falta de democracia estiveram muitos anos ao lado de posições que de democrático nada têm”.

Em entrevista ao programa Flagrante Directo da RCB, o candidato da CDU deixou como exemplo a iluminação pública no parque de lazer da Boidobra “nós ligávamos as luzes e a câmara mandava desligar, por uma dessas pessoas que hoje se apresenta e se queixa de falta de democracia, é preciso cuidado quando tivemos culpa no cartório desse passado”.

Convicto do regresso da CDU à câmara da Covilhã, José Pinto concorre para ter o melhor resultado “se for um vereador será um, se forem dois serão dois, se for a vitória cá estaremos para assumir”.

A experiência autárquica de 26 anos à frente da junta de freguesia da Boidobra distingue José Pinto dos restantes candidatos “nenhum deles teve essa liderança, um já foi derrotado mais do que uma vez, outros escondem-se por detrás de algo em que nunca participaram, outros aparecem porque se zangaram eu não estou nada nesse meio nem estou agarrado a  nenhum partido político, sou um independente e é nessa qualidade que me apresento ao eleitorado”.

José Pinto, o candidato da CDU à câmara da Covilhã nas próximas eleições autárquicas concorre com o estatuto de independente nas listas da Coligação Democrática Unitária, como nos últimos seis mandatos na Boidobra “apesar de ter tido alguns convites para mudar, uns mais explícitos que outros”.   

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