RCB/TuneIn
Domingo, 16 Jan 2022
PUB
UBI
CIMD Cabecalho
POL�TICA
COVILHÃ COMEMORA 25 DE ABRIL
Rádio Cova da Beira
39 anos depois da revolução dos cravos o concelho da Covilhã continua a olhar para o futuro de cabeça erguida. A ideia deixada pelo presidente da autarquia na sessão solene comemorativa da revolução dos cravos que decorreu auditório municipal.
Por Nuno Miguel em 25 de Apr de 2013

Carlos Pinto sublinha que "apesar da conjuntura de crise, o concelho continua a ser alvo de investimentos e de melhorias que tem como objectivo fundamental a melhoria das condições de vida das populações". 

Da bancada do PS, Pedro Leitão sublinha que Portugal e o concelho "ainda vivem hoje longe da realidade duma democracia plena pois o povo não se revê em quem elege e a política é um sinónimo de mentira, de esperteza e de corrupção".

O representante da bancada da CDU, mostra-se muito preocupado com o aumento das situações de pobreza e exclusão social. José Pinto considera ainda que "os valores de Abril estão a ficar cada vez mais comprometidos com o ataque que o governo tem vindo a fazer ao poder local democrático em em particular às juntas de freguesia". 

Para António Pinto, eleito do Bloco de Esquerda "a actual conjuntura de crise está a servir de pretexto ao governo para colocar em causa muitas das conquistas adquiridas com a revolução dos cravos e é esse caminho que temos de travar".

Isilda Barata, eleita do CDS/PP, sublinha que "chegou a hora de Portugal enfrentar, olhos nos olhos, as suas dificuldades por forma a ultrapassar a crise e conseguir entrar num rumo de progresso e desenvolvimento

Sara Rodrigues, representante da bancada do PSD, sublinha que "a resolução dos problemas do país deve passar em primeiro lugar por uma ampla plataforma de entendimento e reforma sobre as verdadeiras funções do estado e a partir dai definir um novo rumo de desenvolvimento para o país assente em valores com a igualdade"

Já o presidente da assembleia municipal da Covilhã considera que, 39 anos depois de Abril, "muitas conquistas foram alcançadas". No entanto Carlos Abreu alerta para a necessidade de continuar "o combate ao centralismo dos sucessivos governos que deixam as populações do interior cada vez mais abandonadas e ninguém melhor que nós tem o direito de escolher o futuro que quer".


  Redes Sociais   Facebook

2007—2022 © Rádio Cova da Beira

Todos os direitos reservados