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Terça, 23 Jul 2019
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SOCIEDADE
GRANDE ROTA DA TRANSUMÂNCIA: DO TEJO À TORRE
Rádio Cova da Beira
10 viagens, 100.000 passos, 2013 ovelhas, 12 rebanhos, é a edição zero da grande rota da transumância em números. Os percursos pedestres que outrora levavam os pastores, no Verão, a subir à serra à procura de melhores pastagens para os seus rebanhos, vão ser recriados nesta grande rota que começa no Tejo, a 1 de Maio e termina no ponto mais alto da Estrela, no dia 19.
Por Paula Brito em 25 de Apr de 2013

A primeira etapa será em Idanha a Nova, no primeiro dia de Maio, em Alares, na freguesia do Rosmaninhal junto ao Tejo, a segunda, a 3 de Maio na cidade de Castelo Branco, a terceira no Fundão, vai coincidir com o fim de semana da feira do queijo na Soalheira (de 3 a 5 de Maio). No dia 10, a rota chega à cidade da Covilhã, a 11 ao municipio da Guarda, mais precisamente a Fernão Joanes, em pleno parque natural da Serra da Estrela, e no dia 19 a subida até à torre, a partir de Manteigas.

Trata-se de recriar aquele que será o mais antigo elo de união da Beira Interior “a transumância é um dos factores mais antigos de união deste território”, considera Paulo Fernandes. Para o presidente da câmara do Fundão “a transumância é a temática que maior valor tem em termos económicos” apontando como exemplo os queijos na apresentação desta Grande Rota promovida pela Agência de Desenvolvimento Gardunha 21, ICNF, Naturtejo e município da Guarda.

Durante a grande rota será ainda apresentado um novo produto – a tchoça - não é um T1, nem um T0 trata-se de uma adaptação moderna dos antigos abrigos dos pastores “um produto itinerante e amovível que vai dar mais força ao turismo natureza”.

A classificação dos caminhos da transumância como património cultural imaterial é outro dos objectivos que a Gardunha 21 vai perseguir até porque a grande rota regressa em Setembro, coincidindo com a realização dos Chocalhos.   

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