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POLÔŅĹTICA
BELMONTE FORA DA RUDE
Jorge Amaro diz que o afastamento de Belmonte dos √≥rg√£os sociais da Rude foi ¬ďuma vingan√ßa¬Ē pelo facto do concelho por n√£o ter integrado a Associa√ß√£o de Turismo da Cova da Beira.
Por Paula Brito em 21 de Feb de 2013

O vereador da oposição na câmara de Belmonte lamenta a forma como decorreram as eleições na Rude no final do ano passado “foram afastados todos os órgãos políticos, câmara da Covilhã, do Fundão, de Belmonte, e eleitas as figuras, Carlos Pinto, Paulo Fernandes, mas no caso de Belmonte foi completamente excluído dos órgãos sociais só porque não assinou o protocolo relativamente ao turismo”.

Em entrevista à RCB, Jorge Amaro diz que foi mais do que um preço a pagar, “foi uma vingança, o que é grave, porque quem defende economias de escala não pode pensar a olhar para o próprio umbigo”. O autarca deixa ainda a dúvida “como é que é possível, num organismo como a Rude que movimenta fundos comunitários, haver pessoas nos órgãos sociais que nem associadas são?”

Contactado pela RCB, Carlos Pinto diz que “os assuntos entre Covilhã e Belmonte são tratados com o presidente da câmara e não com quem já fez várias tentativas para lá chegar e não teve talento para isso”.

Na última reunião pública do executivo, questionado sobre o tema, Amândio Melo não foi tão longe, mas lamenta que “as coisas tenham acontecido desta forma”, e entende que no caso de Belmonte é mais grave “porque não tem nem o órgão nem o cidadão nos corpos sociais”. Para o presidente da câmara de Belmonte, “não é normal que nesta altura se tome esta atitude porque o que vai acontecer no futuro é que vamos ter pessoas à frente da Rude que estão alheias, porque o cidadão que foi eleito vai deixar de ser presidente da câmara da Covilhã”.  

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