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Quinta, 18 Jul 2019
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CULTURA
COSTA CAMELO RECORDADO
A obra do pintor beir?o Costa Camelo ? lembrado, a 22 deste m?s, na Amadora, na galeria Artur Bual, atrav?s da exposi??o ? A plenitude de um templo numa banheira?.
Por Paulo Pinheiro em 20 de Jan de 2009

O artista natural da Covilhã, passou toda a infância e juventude em Castelo Branco e vivia em Paris desde 1950. Foi jornalista, chefiou a redacção portuguesa da rádio france internacional, e recebeu do Governo português, em 1984, o grau de Oficial da Ordem do Infante D. Henrique. Do Governo francês recebeu, em 1987, o grau de Cavaleiro das Artes e das Letras.Em 2007, antes de falecer, Costa Camelo foi distinguido com o prémio Talento Internacional por se tratar de um excelente pintor cuja obra “não conhece limites e as suas obras problemas de interpretação do que não é interpretável”.

A sessão de abertura da exposição na Amadora, que conjugará a música, a poesia e a pintura, conta com as intervenções do poeta António Salvado, do pintor João Moniz e do crítico de arte Fernando António Batista Pereira.  António Salvado, antigo director do museu Francisco Tavares Proença Júnior em Castelo Branco, recorda a existência do acervo de obras de Costa Camelo, “um grande amigo e grande pintor português”, nas colecções da instituição.

Para António Salvado, quando na região se fala tanto de arte contemporânea “ talvez fosse ocasião de se proceder à reapresentação das obras ofertadas ao Estado, pelo pintor. Castelo Branco ou a Covilhã devem-lhe isso”.  


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