RCB/TuneIn
Segunda, 19 Out 2020
PUB
UBI
CIMD Cabecalho
POL�TICA
CRÍTICO MAS NÃO RESIGNADO
Rádio Cova da Beira
Na sessão solene comemorativa dos 142 anos da elevação da Covilhã a cidade, Carlos Pinto apontou o dedo aos governos anteriores que “deixaram o país nas mãos dos credores”. A Covilhã não se resigna perante esta crise e está a preparar o concelho para as próximas décadas.
Por Paula Brito & Nuno Miguel em 22 de Oct de 2012

Outras da categoria:

Para o presidente da câmara da Covilhã o actual governo não pode “oferecer uma geração para salvar a dívida de banqueiros estrangeiros” sem exigir contrapartidas. O autarca deixa como exemplo a criação de zonas económicas especiais para o nosso país como aquela que a Covilhã pediu há uma década “há 10 anos que a Covilhã pediu uma zona destas para o nosso território”, recorda Carlos Pinto que explica o conceito “tratam-se de zonas com menor carga fiscal, com relações laborais reduzidas à sua expressão mais simples, para as quais converge o investimento directo estrangeiro que se transforma em produção de bens e serviços, a custos reduzidos, para todo o planeta”.

Na sessão solene comemorativa dos 142 da cidade da Covilhã, o presidente da câmara da Covilhã não poupou nas críticas aos governos que nos últimos anos levaram o país à situação em que se encontra “desbarataram recursos escassos e tomaram decisões erradas e irresponsáveis para depois fugirem ao contributo para encontrar soluções, optaram por abandonar o país deixando-o nas mãos dos credores estrangeiros, uns para se instalarem em capitais estrangeiras de conforto, outros para ocuparem altos cargos internacionais”.

Apesar da difícil situação, a Covilhã não se resigna perante à actual conjuntura e tem em mãos vários projectos que vão permitir o seu desenvolvimento nas próximas décadas, é o caso da barragem, do aeroporto regional e do data center.  

  Redes Sociais   Facebook

2007—2020 © Rádio Cova da Beira

Todos os direitos reservados