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Domingo, 18 Ago 2019
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SOCIEDADE
SINDICATO PREOCUPADO
Luís Garra teme que a decisão do governo em alterar o regime do pagamento da comparticipação da compra de medicamentos para os reformados do sector têxtil seja um ensaio para o governo acabar com essa medida.
Por Nuno Miguel em 31 de Aug de 2012

Recorde-se que, por via do contrato colectivo de trabalho, os reformados do sector têxtil tem vários medicamentos comparticipados a 100 por cento, em virtude de terem efectuados descontos mais elevados durante a sua carreia contributiva.

O presidente do sindicato têxtil da Beira Baixa refere que "se essa for a intenção do governo, vai contar com uma forte oposição da nossa parte pois não vamos aceitar que os descontos na carreira contributiva tenham sido mais elevados por causa desta situação e agora se queira acabar com ela".

Luís Garra acrescenta que "caso se comprovem casos de abuso, nós estamos disponíveis para negociar a adopção de medidas de moralização do sistema, mas para isso é preciso haver quem queira negociar connosco e até agora o governo não demonstrou essa vontade".

A alteração do regime de comparticipação entra em vigor no próximo dia 1 de Setembro mas o presidente do sindicato têxtil da Beira Baixa acredita que ainda é possível inverter a situação e espera, para isso, contar com o apoio do novo director executivo do agrupamento de centros de saúde da Cova da Beira "espero que o doutor Vasco Lino interceda junto do ministério da saúde para que possa ser encontrada uma solução que satisfaça todas as partes".


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