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POLÍTICA
CARLOS PINTO: "PS NÃO APRENDEU NADA"
O PS não aprendeu nada em 20 anos de oposição diz Carlos Pinto. Em entrevista à RCB, o presidente da câmara da Covilhã falou pela primeira vez, publicamente, da rotatividade da vice presidência e da opção mais recente de nomear Pedro Farromba para o cargo.
Por Paula Brito em 26 de Jul de 2012

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Segundo o autarca, além de não ter aprendido nada em 20 anos de oposição, o PS "acordou agora há um ano convencido, por eu já não me recandidatar, que vindo dos céus, como benção, agora é novamente o Partido Socialista, vão enganar-se, porque entretanto em 20 anos as pessoas habituaram-se a um ritmo, e ainda não esqueceram a experiência de 1994 a 97, um desastre!".

Sem protagonista e sem projecto, o PS, segundo Carlos Pinto, tem feito a oposição do contra no concelho da Covilhã "na Covilhã não há reconhecimento que o PS tenha sido capaz de transmitir uma ideia de que tem um projecto para a Covilhã, não apareceu ninguém nem há ninguém ainda hoje, que tenha assumido intervenções que pudessem sublinhar o que é bem feito, para algumas pessoas ser da oposição é ser do contra, veja só este aspecto que está a ser dito pelo PS que é uma coisa terrífica, se o PS ganhásse a câmara da Covilhã abordaria a entrada nas Águas do Zêzere e Côa, quando os que lá estão querem sair!".

Em entrevista ao programa "Flagrante Directo" da RCB o autarca falou pela primeira vez, publicamente, dos motivos que o levaram a optar pela rotatividade da vice presidência "eu na campanha eleitoral dizia que procuraria uma equipa em que todos fossem presidentes, isto é, que todos tivessem estatuto e aparecessem perante as pessoas com essa capacidade de resolver problemas, proibindo-os de entrar no meu gabinete apenas com os problemas sem levar soluções, portanto fi-lo com esse objectivo". Um objectivo que, segundo o autarca, foi alcançado - todos os vereadores da sua equipa podem ser presidentes.

Quanto à escolha mais recente de Pedro Farromba para assumir a vice presidência da autarquia "entendi que agora deveríamos estabilizar nesse domínio, agora não tem qualquer repercussão exterior, agora não lhe escondo que ele, como outros, mas é dele que estamos a falar, tem grandes qualidades".

Quanto à interpretação de que a nomeação de Pedro Farromba significa que o número dois do executivo está em primeiro lugar na linha de "sucessão" é na opinião de Carlos Pinto "uma interpretação mediática". Para o autarca, na designação do vice presidente concorrem vários factores: "a operacionalidade de certos dossiers, a ligação para determinadas missões, a própria convicção pessoal de quem designa que ali está uma boa solução".

 

 

 


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