RCB/TuneIn
Sexta, 05 Mar 2021
PUB
UBI
CIMD Cabecalho
POL�TICA
PLANO E OR?AMENTO GERAM POL?MICA NO FUND?O
A bancada do PS na c?mara do Fund?o n?o votou o plano e or?amento recusando-se a participar numa "farsa". A maioria acusa a oposi??o de "desertores".
Por Paula Brito em 11 de Dec de 2008

A bancada do PS recusou-se a votar o plano e orçamento porque os documentos não foram entregues a tempo de serem devidamente analisados "não podemos de forma responsável votar os documentos, não vamos votar, recusamo-nos a participar nesta farsa" declarações de Conceição Martins que recorda que pediu os documentos antes do fim de semana prolongado "devido à sua complexidade" e só foram entregues "na última terça-feira ao fim do dia". A vereadora do PS acusa a maioria de estar a "agir de má fé".

Carlos São Martinho, que na altura presidia os trabalhos devido à ausência do presidente que participava numa reunião no seu gabinete, convidou os dois elementos da oposição a sairem da sala "se não querem participar nem votar então terão que sair e assumir a atitude até ao fim". Com a saída dos vereadores da oposião e as ausências do presidente e do vereador Paulo Fernandes, o executivo ficou sem quórum. Manuel Frexes foi chamado à sala para os trabalhos poderem prosseguir e à chegada criticou a atitude dos vereadores do PS "configura uma acto de deserção, não merecem o mandato que lhes foi conferido, nem que votem neles porque não se sabe em que momento virarão as costas às suas obrigações".

Votados os documentos a reunião prosseguiu sem os vereadores do PS duranto so próximos quatro pontos. Uma situação que deixou indignada a líder da bancada socialista "na medida em que tinha sido assumido que só sairíamos no ponto do plano e orçamento, é a prova que não dá jeito a intervenção da oposição".

Manuel Frexes deixou ao critério do vice presidente da autarquia reanalisar os pontos em que os vereadores estiveram ausentes, Carlos São Martinho decidiu prosseguir os trabalhos.

Em relação aos documentos que estiveram na origem da polémica, são mais de 70 milhões de euros no plano plurianual, 47 dos quais relativos ao próximo ano . Segundo Manuel Frexes este montante está distribuído por três áreas fundamentais "17 milhões em equipamentos sociais, 17 milhões em ambiente e qualidade de vida e 24 milhoes na inovação, investimento emprego e competetividade".

 


  Redes Sociais   Facebook

2007—2021 © Rádio Cova da Beira

Todos os direitos reservados