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Sábado, 14 Dez 2019
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CIMD Cabecalho
DESPORTO
A.D. FUND?O 4 PROEN?A-A-NOVA 0
Fund?o goleia Proen?a H? jogos assim! Nuns marca-se ao primeiro remate, ao segundo e por a? fora, noutros (como no passado Domingo), por mais que se tente a bola n?o entra! Marcar cedo ter? dado tranquilidade aos pupilos de Jo?o Laia permitindo-lhes realizar um jogo bastante mais de acordo como a sua valia. Pelo lado contr?rio os atletas de Quim Manuel que em dois jogos sofreram onze golos, podem dizer com toda a propriedade que o futebol apresentado n?o merecia tamanha puni??o! Enfim, h? dias assim?
Por João Perquilhas em 30 de Nov de 2008

Com Óscar Menino a abrir o activo logo ao 5º minuto de jogo, na transformação de uma grande penalidade cometida pelo guardião Almeida sobre Rui Paulo, os da cova da beira partiram para uma exibição convincente, pese embora a excelente réplica dada pelos homens de Proença. Antes do décimo minuto só uma grande defesa de Almeida a remate de Ricardo Fonseca impediu novos festejos fundanenses e após esse lance os forasteiros mostraram-se finalmente em termos atacantes. Aos 17`, Bruno Rodrigues a mais de 25 metros da baliza bateu um livre directo que foi devolvido pela barra da baliza de Tiago Ramos, dando mostras que a sua equipa estava ali para discutir o jogo e o resultado. Só que … também nos anfitriões há jogadores fortes nos lances de bola parada, e a resposta dada a esse crescimento forasteiro foi a obtenção do segundo golo pelos da casa. Óscar Menino na cobrança de um pontapé livre junto à bandeirola de canto solicitou a entrada de Rui Paulo ao 1º poste, e este, com um fantástico golpe de cabeça elevou a contagem.

O jogo estava bom, e pouco depois noutro livre a beneficiar o Proença, nova bola na barra da baliza de Tiago Ramos que só com os olhos seguiu a trajectória do esférico mais uma vez rematado pelo capitão Bruno Rodrigues. Assistimos depois a um longo período de equilíbrio que durou até ao intervalo. Para a segunda metade era previsível uma postura mais ofensiva por parte dos proencenses que só de bola parada conseguiam pôr em sobressalto a baliza fundanense, mas este estado de coisas não se alterou. Bruno Rodrigues voltou a dispor de um livre em posição quase frontal à baliza de Tiago Ramos, mas desta vez o seu remate foi sacudido pelo guarda-redes e não pelos ferros da sua baliza.

João Laia dava então indicações preciosas aos seus pupilos, mexia no xadrez e não perdia o comando do jogo, impedindo jogadas de futebol corrido e organizado pelo seu adversário, e por isso mesmo a sua baliza não corria perigo.

O técnico visitante também tentou incutir outra dinâmica ofensiva ao seu conjunto com alterações no seu xadrez, mas o terceiro golo do Fundão apontado por Nuno Batista aos sessenta e cinco minutos, deitava tudo a perder. É certo que após este tento a equipa de Quim Manuel ainda dispôs de uma boa situação de golo, mas aí o jogo já estava completamente aberto e a bola tanto podia entrar numa como noutra baliza. E seriam novamente os da casa a festejar quando a 10` do final, Rui Paulo (que grande jogo!) arrancou decidido pela esquerda, ganhou a linha de fundo e ofereceu autenticamente o golo a João Lisboa, que com uma grande calma picou a bola sobre Almeida fazendo um golo de se lhe tirar o chapéu. Foi em suma uma vitória justa para o Fundão, mas há que realçar que não foi tão fácil como os números poderão querer dizer…

Márcio Lopes e seus pares estiveram bem na globalidade mas alguns erros de principiante não ficaram bem na fotografia. Não interferiram contudo no resultado nem na marcha do marcador o que nos tempos que correm…


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