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POL�TICA
COVILH? PRESTA CONTAS
Assembleia municipal da Covilh? aprovou por maioria as contas da c?mara municipal referentes ao ano passado.
Por Paula Brito em 30 de Apr de 2012

A bancada da CDU votou contra por discordar dos critérios e prioridades da maioria. Vítor Reis Silva apontou alguns dos pecados que o PCP vê nos documentos como é o caso do aumento de impostos cobrados directa ou indirectamente pela autarquia aos covilhanenses “impostos que oneram as famílias que vivem hoje com imensas dificuldades”, e a discrepância entre o orçamentado e o executado, que no caso das grandes opções do plano representa um desvio superior a 77% “errar mais de 50% é falta de rigor, é criar falsas expectativas”.

Nélson Silva da bancada do PS, que se absteve na votação, apresentou um gráfico com as contas do município da última década para chegar à conclusão que o actual modelo de crescimento económico “está esgotado” e está a revelar-se “incapaz de gerar novas oportunidades de trabalho”. Segundo o deputado socialista “exigem-se medidas e estratégias de apoio à alteração do paradigma de crescimento económico da Covilhã”.

Carlos Pinto aproveitou para responder ao PS e ao PCP de uma só vez recordando os discursos de campanha de ambos os partidos “anunciavam para amanhã o caos, as rupturas, as dificuldades, a paragem do investimento e diziam ainda que quem for para o poder não vai fazer nada”. O presidente da câmara da Covilhã conclui “não foram para o poder e continuaram a ver obra como continuam ainda hoje”.

A assembleia aprovou ainda por maioria as contas consolidadas da autarquia que juntam as contas da câmara municipal, ICOVI e Nova Covilhã. Juntas as três entidades têm um activo líquido de 334 milhões de euros e uma dívida de 87 milhões, sendo que é a autarquia que tem mais peso nesta equação (327 milhões de activo líquido e 84 milhões de dívida).


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