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Segunda, 28 Set 2020
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SOCIEDADE
DELEGA??O DA COVILH? DA CVP SOLID?RIA
Depois de cinco cadeiras de rodas, a delega??o da Covilh? da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP), disponibiliza uma cama articulada. A ideia ? responder a algumas necessidades da popula??o daquele concelho.
Por César Duarte Ferreira em 28 de Nov de 2008
Mais uma iniciativa de solidariedade levada a cabo pela delegação da Covilhã da cruz vermelha portuguesa. Depois de cinco cadeiras de rodas, o organismo disponibiliza agora uma cama articulada: “foi uma prenda do pai natal. Queríamos dar mais, mas de facto a disponibilidade financeira não existe. Mas esta “prenda” já vem responder a uma necessidade cada vez maior da população, porque as pessoas cada vez estão a envelhecer mais” referiu Graça Proença da delegação da Covilhã.

Para além desta vertente, de apoio e solidariedade, a delegação da Covilhã não esquece os jovens e tem dois projectos em marcha: “temos já em duas escolas da cidade o projecto Copos – Tu é que decides, onde outros jovens vão falar das experiências com o álcool e vamos começar numa escola primária o a acção da alimentação saudável para ensinar as crianças a comer correctamente.”

Em 2009, vai também regressar “o trabalho que estávamos a desenvolver nas prisões da Covilhã e Castelo Branco, com os nossos voluntários” disse Graça Proença.

Um trabalho que vai ser formalizado no próximo dia 17 de dezembro, com a assinatura de um protocolo entre a cruz vermelha portuguesa e a direcção geral dos serviços prisionais: “vais-nos permitir desenvolver um trabalho, com os nossos voluntários em todos os estabelecimentos prisionais do país. Vamos assinar o protocolo e depois seleccionar e formar pessoas para que consigam desenvolver um bom trabalho”, disse a vice-presidente da instituição Cristina lobo, que foi a convidada da iniciativa da autarquia da Covilhã “Troca de palavras”.

Outro dos projectos que vai ser desenvolvido pela CVP é “uma bolsa de babysitting e oldsitting, para que quem necessite deste serviço possa recorrer aos nosso voluntários que vão ser seleccionados e receber formação para esta área, ou então pessoas que estão desempregadas e com formação na área podem também da r uma ajuda.”, referiu Cristina lobo.


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