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S√°bado, 21 Jul 2018
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CULTURA
OBRAS À ESPERA DE APOIO
C√Ęmara municipal da Covilh√£ prop√Ķe novo protocolo, com o mesmo montante prometido de 50 mil euros, √† banda filarm√≥nica de Cortes do Meio. O presidente da colectividade, no entanto, s√≥ aceita o novo acordo se o valor for entregue numa √ļnica tranche.

Paulo Rosa e Jķlio Barata comentam novo protocolo
Por César Duarte Ferreira em 17 de Nov de 2008

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Paulo Rosa, vereador com o pelouro da cultura da autarquia covilhanense, que esteve presente no almoço de comemoração dos 109 anos da banda filarmónica cortense, reafirmou que a promessa feita pelo presidente da câmara municipal de apoio às obras da nova sede é para cumprir: “Havia de facto uma promessa do presidente da câmara no sentido de apoiar a construção da nova sede da banda e foi isso que foi materializado pelas minhas palavras.”

 

As obras da nova sede estão paradas por falta de dinheiro. Júlio Barata, presidente da direcção da banda de Cortes do Meio deixa o aviso: “continuamos com os mesmos problemas na nossa sede  que ambicionamos há muito tempo e por falta de verbas parámos as obras. Houve a promessa da CMC mas até à data nada nos foi entregues. Chegamos a acordo nos outros protocolos, mas agora existe um novo que vamos analisar mas só aceitamos se o dinheiro vier todo de uma vez.” O presidente da colectividade espera que o montante prometido pela autarquia chegue  aos cofres da banda. Se o novo protocolo não contemplar a entrega de todo o valor de uma só vez a direcção da banda não vai aceitar: “Não sabemos se vão dar já ou por partes. Se for por partes não aceitamos porque depois metemos cá um empreiteiro e chegou a altura de facturar e depois a CMC não sei se vem com o pagamento a tempo.”

 

Na passagem do centésimo nono aniversário, fica o reconhecimento do vereador da cultura da CMC, ao trabalho que a banda filarmónica de Cortes do Meio está a realizar: “É uma banda secular que tem feito um trabalho excepcional, mesmo a nível da escola de música. É mais uma prova do trabalho que é feito nestas freguesias mais rurais, porque as bandas são um pólo de cultura e ensino.”

   

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