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Segunda, 09 Dez 2019
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SOCIEDADE
FORMA??O PARA IMIGRANTES NO FUND?O
Come?ou esta semana uma forma??o, no ?mbito do programa "Portugal Acolhe", destinada a imigrantes estrangeiros residentes na Cova da Beira. S?o 14 os imigrantes inscritos: ucranianos, b?lgaros, romenos, senegaleses e brasileiros que v?o frequentar o programa 3 vezes por semana no sal?o cedido pela junta de freguesia do Fund?o.
Por Paula Brito em 11 de Nov de 2008

A iniciativa resulta de uma parceria entre do centro de formação profissional de Castelo Branco e o gabinete de apoio ao emigrante da câmara municipal do Fundão e o objectivo, segundo o vereador Paulo Fernandes, "é uma oferta formativa destinada aos nossos imigrantes que poderão aprender a língua portuguesa e vem no seguimento de um trabalho de inserção social que o gabinete tem desenvolvido para ajudar os imigrantes a encontrarem na região melhores condições de vida do que aquelas que tinham nos seus países de origem".

É o caso de Nina Tsebuisca, uma ucraniana que está há 6 anos no Fundão. Era directora de uma casa de cultura em Kiev quando abandonou o seu país e veio para Portugal onde já fez de tudo, desde limpezas a trabalho no campo. Actualmente trabalha na APPACDM mas a língua tem sido o principal obstáculo e por isso deposita grandes expectativas neste curso "quero aprender a falar o português". Esse é também o desejo de Simão, que veio há 6 anos da Bulgária onde exercia a profissão de electricista. Antes de aprofundar os conhecimentos nesta área em Portugal "preciso saber melhor o português".

O programa existe há vários anos mas neste quadro comunitário de apoio, segundo a directora do centro de formação profissional de Castelo Branco, Lígia Silveria, sofreu grandes alterações "actualmente foi aumentado o número de horas de português e de cidadania e temos a possibilidade, se os formandos pretenderem, de aprofundar os conhecimentos no português posteriormente".

Para além do Fundão também Oleiros vai começar esta semana com uma formação semelhante. Lígia Silveria espera que outras câmaras municipais com gabinetes de apoio ao imigrante ou através do apoio social se mostrem interessadas em promover este tipo de formação "uma vez que para nós é difícil irmos ao encontro deste público".

 



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