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Sexta, 29 Mai 2020
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POL�TICA
NEM UMA PALAVRA
A ministra da agricultura e do ambiente n?o se pronuncia quanto ? eventual prorroga??o da declara??o de impacto ambiental para a constru??o da nova barragem das Penhas da Sa?de.
Por Nuno Miguel em 20 de Feb de 2012

Assunção Cristas esteve de visita a Castelo Branco, onde reuniu com a nova equipa dirigente da direcção regional de agricultura e pescas do centro e ficou a conhecer as instalações da empresa “Danone” e a escola superior agrária do politécnico albicastrense. Mas no final da visita, quando questionada pela RCB sobre o assunto, apenas fez o seguinte comentário "é certo que também estou aqui para falar de água mas o mais importante é abordar o impulso que este governo quer dar ao desenvolvimeto do mundo rural que muito pode ajudar Portugal a sair da conjuntura de crise".

Sem se pronunciar sobre a construção da nova barragem das Penhas da Saúde, numa altura em que Portugal enfrenta um clima de seca, Assunção Cristas preferiu enaltecer o exemplo da “Danone” e a sua parceria com a escola superior agrária, nomeadamente na utilização de leite da região para a produção nacional de iogurtes da empresa "penso que este é um exemplo que deve ser replicado uma vez que se trata duma parceria com excelentes resultados; a escola garante uma fonte de rendimento derivada da venda de leite e todo o produto é comercializado pela empresa que dessa forma assegura que todos os iogurtes que comercializa no mercado são produzidos com leite Português".

A ministra que vai apresentar, esta terça-feira, no parlamento um conjunto de medidas para apoio ao sector do leite, nomeadamente de novos incentivos à produção e também ao nível da regulação dos preços "essa é uma área em que o governo tem estado atento e vai apresentar medidas que peritam aumentar o preço pago aos produtores epor outro lado, dentro da revisão da política agricola comum, apresentar um incentivo a rondar os 40 milhões de euros para a modernização das explorações de leite".

Uma visita onde Assunção Cristas garante que o ministério da agricultura e do ambiente já constituiu uma “task force” para acompanhar os efeitos da seca que Portugal atravessa mas refere que o governo ainda não tem quantificados os prejuízos resultantes dessa situação.


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