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Terça, 17 Set 2019
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CIMD Cabecalho
DESPORTO
ALCAINS 3 ESTREITO 1
Vit?ria convincente O l?der entrou na partida a todo o g?s e ao marcar no decorrer do primeiro minuto, deu um passo de gigante rumo ? conquista dos tr?s pontos.
Por Jo√£o Perquilhas em 26 de Oct de 2008

Com um início a grande velocidade, o Alcains ganhou vantagem logo na primeira descida até à área contrária. Tiago Paulo apareceu a cruzar da direita, para Khonné sem oposição, finalizar vitoriosamente. Este golo retraiu a turma do pinhal que não conseguia contrariar o melhor futebol exibido pelos donos do terreno.

Só aos dezassete minutos a equipa de António Belo deu os primeiros sinais de inconformismo, mas o cabeceamento de Esteves acabou por sair alto. O equilíbrio na partida era então alcançado e dois minutos depois o empate esteve mesmo à vista. Valadas ganhou no miolo lançando de imediato David e este de primeira serviu Esteves, que com a baliza à sua mercê rematou incrivelmente ao lado.

Até aí o futebol praticado ainda tinha qualidade, mas a partir de então essa perdeu-se porque o prélio era disputado aos repelões e com muita disputa de bola a meio campo, o que originava muitas paragens. À meia hora de jogo num canto apontado por Carvalheiro, Khonné cabeceou ás malhas laterais, e cinco minutos depois o dois a zero era conseguido. Ricardo Costa numa jogada fantástica pelo lado esquerdo levou a melhor sobre vários adversários e com um cruzamento atrasado serviu o senegalês no interior da pequena área e este não se fez rogado, bisando na partida. O intervalo chegava pouco depois com uma vantagem confortável para a turma canarinha.

A reacção do Estreito era esperada para a segunda metade, mas o terceiro golo dos da casa alcançado por Diálló três minutos após o reatamento, terá definitivamente derrotado os jogadores do Águias, que a partir daí raramente conseguiram fazer a transposição defesa/ataque em condições de surpreender a defensiva canarinha.

Com a confiança em alta o Alcains dominava a seu bel-prazer e poderia mesmo ter dilatado a vantagem. Aos 59`, Ricardo Costa lançou Khonné em profundidade mas Manuel Silva opôs-se determinantemente; aos 72 minutos só uma grande defesa do guardião do Estreito impediu que o endiabrado Ricardo Costa marcasse de livre e a nove minutos do final foi a vez de Manoel, em lance individual, criar perigo para as redes forasteiras.

O tento de honra do Estreito seria no entanto conseguido aos 84`, quando Zé Luís apontou de forma superior um pontapé livre directo.

Foi em suma uma vitória inteiramente justa da melhor equipa em campo, perante um Estreito a léguas do que pode e sabe fazer.

Excelente arbitragem de Paulo Abrantes e seus pares.


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