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Sexta, 24 Mai 2019
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CIMD Cabecalho
DESPORTO
CDALCAINS-0 ADE-1
A ADEsta??o venceu, merecidamente, um Alcains ainda distante daquilo que certamente o seu t?cnico, Hugo Andria?a, idealiza. ? certo que em determinados momentos a equipa surgiu determinada em anular a desvantagem de um golo sofrido ? meia hora de jogo, mas falta ?algo? ao conjunto canarinho para poder ombrear com conjuntos mais coesos e tarimbados. O pux?o de orelhas dado por S?rgio Rebord?o aos seus jogadores na jornada anterior surtiu efeito. A equipa surgiu decidida, oper?ria e acima de tudo coesa e a ocupar muito bem as linhas de passe do advers?rio, factores determinantes para a vit?ria alcan?ada.
Por Jo√£o Perquilhas & Miguel Malaca em 23 de Oct de 2011

O inicio do encontro deu a entender que o equilíbrio ía ser a nota dominante, mas ainda assim, o sinal mais pertencia aos homens da Covilhã. E tanto assim foi que o primeiro e único golo da partida, alcançado por Tiago Felizardo ao minuto 22, foi fruto de uma bonita jogada em que as linhas avançadas se conseguiram sobrepor aos homens mais recuados de uma e outra equipa.

Ricardo Miguel ganhou a Roque na esquerda do seu ataque e cruzou para Tiago Felizardo, de primeira, efectuar um disparo que só parou no fundo das redes á guarda de Tiago Ramos. Foi um remate indefensável e que deixava agora aos donos do terreno a tarefa de arriscar mais.

Tiago Paulo, nove minutos depois, com uma arrancada pela direita cruzou tenso para o interior da área forasteira, mas o corte providencial de João Alves evitou que Yuri devolvesse o empate à partida.

A partida entrou depois numa toada de maior equilíbrio e só perto do intervalo voltou a haver emoção, quando o guardião canarinho, com grande defesa, evitou que Ricardo Sousa elevasse a vantagem.

Para a segunda metade e tal como se esperava o Alcains surgiu com outra dinâmica e vivacidade, conseguindo mesmo alguma superioridade no prélio. Ao minuto 56 Cajó desmarcou muito bem Martins que se atrapalhou com o esférico e perdeu uma boa oportunidade, mas este lance terá galvanizado os anfitriões para um bom período, ao qual só faltou mesmo um golo.

Entre os minutos 67 e 72 a baliza de Hugo Pereira sofreu forte assédio, com este a defender muito bem em duas ocasiões remates muito perigosos de Tiago Paulo e Martins, mas seria ao minuto 75 que o guardião da Estação mais brilhou, defendendo com classe um outro remate com selo de golo, desta feita desferido por Cajó.

Foi o canto do cisne para o Alcains. Findo este período, os pupilos de Sérgio Rebordão, já com Patriarca em campo e na busca do contra ataque, desfrutou então de três claras situações para ampliar a vantagem. 

A defensiva da casa agora só com três homens (Rui Reis engrossava a frente de ataque) mostrava-se impotente para travar as rápidas descidas contrárias e foi a vez do guarda-redes Tiago Ramos brilhar, defendendo muito bem dois remates do bem posicionado Luís Clemente, e na outra situação Patriarca acabou por também desperdiçar, rematando torto com a baliza à sua mercê.

Nos últimos minutos a equipa do Alcains, que terminou com nove elementos devido às expulsões, por acumulação, de Prata e Vasco André ainda tentou de todas as formas chegar à igualdade, mas a boa organização defensiva revelada pelo sector mais recuado da ADE obstou a que tal sucedesse.

A arbitragem de Ângelo Correia e seus pares teve actuação bastante positiva. Reclamaram-se duas grandes penalidades, uma para cada equipa, mas em ambos os casos entendemos que julgou muito bem ao mandar seguir o jogo. No capítulo disciplinar fez o que lhe competia e com aquele estilo sereno que o caracteriza, levou a que os protestos, quando os houve, fossem muito ténues…


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