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Quarta, 24 Jul 2019
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DESPORTO
BENFICA E C. BRANCO-3 RIACHENSE-0 EQUIPA ALBICASTRENSE RESPIRA CONFIAN?A
Dois jogos no campeonato, duas vit?rias, oito golos marcados e zero sofridos! ? este o cart?o-de-visita do Benfica da Beira Baixa que respira confian?a, atitude, bom futebol, e, claro, marca e n?o sofre! Est? a ser uma agrad?vel surpresa, este in?cio de campeonato dos pupilos de Jo?o Paulo Matos! Desta feita foi o Riachense a sofrer na pele a boa organiza??o colectiva de um conjunto, que, a manter-se assim, vai dar que falar?
Por Jo√£o Perquilhas em 18 de Sep de 2011

O início do encontro logo deixou entender que a tarefa dos donos do terreno não seria fácil. O Riachense apresentou-se bem consciente do que tinha de fazer para manietar o criativo meio campo encarnado, e por isso a turma encarnada demorou algum tempo a encontrar alternativas que lhe facilitassem a chegada até à baliza contrária.

Contudo, Luís Graça com pezinhos de veludo descortinava espaços entre a defensiva contrária, e com passes fantásticos de imediato servia os seus colegas mais adiantados, para estes visarem a baliza contrária. E seria assim que Luciano Serpa dispôs da primeira situação de golo, mas o seu remate final, meio na bola, meio na relva, acabou por sair fraco e á figura de Ricardo.

O domínio caseiro intensificava-se com o passar dos minutos e ao 13º foi Gonçalo Guerra (grande jogo) que fabricou a jogada do 1º tento. O possante médio fez uma diagonal perfeita, e iludindo a defensiva contrária endossou o esférico a Fixe que de pronto rematou à meia-volta, obrigando o guardião Ricardo a defesa incompleta que Luciano Serpa, no sitio certo, aproveitou para fazer o 1º golo da tarde. Foi a explosão de alegria no Vale do Romeiro, mas o Riachense reagiu …

E fê-lo de tal forma que o empate esteve muito perto de acontecer. Dois minutos após o tento sofrido, Prates, com uma bela iniciativa, lançou Pedro Graça pelo corredor central, este fugiu à defesa da casa, e perante a oposição de Fábio Mendes rematou forte e colocado para o guardião albicastrense mostrar atributos e, com a pontinha dos dedos, desviar o remate, com selo de golo, pela linha de fundo. Boa jogada, bom remate e excelente defesa do guarda-redes benfiquista, que assim mantinha a sua equipa em vantagem.

Este lance espicaçou e alertou a turma de João Paulo Matos, que, a partir daí, não deu mais quaisquer veleidades ao seu adversário. Carlos Miguel com um remate tenso e colocado (25`) forçava o guardião contrário a defesa apertada para canto, e depois seria Fixe, em duas situações (37 e 43`) a rematar alto, quando tinha a baliza à sua mercê.

O intervalo chegava com a vantagem mínima para o conjunto beirão, que fez por merecer mais.

Para a segunda metade a toada manteve-se… O Benfica não tirou o pé do acelerador na tentativa de chegar ao segundo golo e depressa criou a possibilidade de o conseguir. Sete minutos após o recomeço, Gonçalo Guerra em iniciativa individual tabelou com Luciano, mas acabou por desperdiçar, rematando cruzado ligeiramente ao lado.

O Benfica asfixiava o Riachense pertinho da sua área e pouco depois beneficiaria de uma grande penalidade inexistente, para marcar novo tento. Pedro Nobre (55`), com o peito, cortou a bola limpinha, mas o auxiliar do lado da bancada “deu” penalty. Houve muitos protestos (justificados) mas Luís Graça não esteve pelos ajustes e transformou com êxito a grande penalidade que só o árbitro auxiliar descortinou, fazendo o dois a zero.

Ao minuto 58 o Benfica viu-se reduzido a dez unidades mediante a expulsão de Luciano Serpa por acumulação de cartolinas amarelas, mas nem isso retirou supremacia aos donos do terreno, que viriam a fazer o terceiro aos 64`.

Foi de novo assinalada grande penalidade contra o Riachense, mas, desta feita, sem margem para dúvidas, a falta sobre Ivo Bastos possibilitou o bis de Luís Graça, que, com uma calma e classe de enaltecer, atirou a bola para um lado e o guarda-redes para o outro.

Com esta vantagem e uma unidade a menos, o Benfica recuou as suas linhas e geriu o jogo e o resultado a seu belo prazer, conquistando uma vitória mais que merecida, perante um adversário, que quis mas não foi capaz, de contrariar o maior poderio albicastrense.

A arbitragem de Portalegre e que foi chefiada por Carlos Alexandre foi muito boa na primeira metade, mas na segunda parte …. Valha-nos Deus! O penalty que daria o dois zero ao Benfica não existiu e isso terá pesado nas decisões seguintes. A partir desse momento os erros de julgamento foram mais que muitos, prejudicando tudo e todos. Enfim… há dias assim ….


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