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Quinta, 17 Out 2019
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DESPORTO
ARBITRAGEM DISTRITAL TERMINOU ?POCA
O conselho de arbitragem da associa??o de futebol de Castelo Branco fez a sua festa de encerramento de ?poca, com a presen?a da grande maioria dos ?rbitros que fazem parte daquela estrutura do futebol distrital.
Por José Joaquim Ribeiro em 26 de Jun de 2011

Para além da família beirã, marcaram presença Antonino Silva, em representação do CA da Liga, Manuel Benquerença, ex-presidente do CA de Leiria, Carlos Brites, o novo presidente daquele conselho de arbitragem e ainda Mestre Joaquim Campos. Carlos Esteves, que na véspera informou que iria estar presente ligou para Jorge Nunes a informar que estava na Costa da Caparica e que se tinha deixado dormir. Provavelmente o presidente dos árbitros da Federação terá achado de importância menor a sua presença entre os árbitros de uma associação de pequena dimensão. Foram notadas as ausências de Carlos Miguel Xistra e de Jorge Cruz.

De pequena dimensão mas com resultados muito positivos alcançados pelos seus filiados a nível nacional. O CA de Castelo Branco só teve duas descidas e contou com quatro subidas, podendo este número ser ampliado para seis. Para além da manutenção e das subidas verificadas, também há que destacar as excelentes classificações dos árbitros de primeira categoria do futebol e do futsal. O internacional covilhanense Carlos Xistra ficou no honroso 7º posto na liga e Romeu Afonso ficou no 9º posto no futsal. Também a 6ª posição de Izaldo Barata, em 2ªs categorias de futsal merece uma referência positiva e, embora seja o primeiro lugar a não dar lugar a subida o acesso à 1ª categoria ainda está em aberto. Outro arbitro que pode vir a integrar os quadros de 1ª categoria é João Brás, como árbitro assistente.

Destaque, também, para as subidas da 3ª para a 2ª categoria de Sérgio Mendes e Tiago Figueiredo, em futsal.
Em termos dos árbitros que ascenderam aos nacionais estão os dois primeiros classificados no futebol, Ricardo Fontes e Luís Máximo e os dois de futsal, João Abrantes e Paulo Antunes, que se revelaram muito bem preparados para estas novas funções, naturalmente, muito mais exigentes.

Pelo lado negativo esteve as descidas de Bruno Nave, no futebol e de Hélio Rabasquinho, que também poderá ser acompanhado por Cláudio Santos.

No seu discurso de encerramento de época Jorge Nunes, o presidente do CA da AFCB fez questão de alertar para a necessidade dos árbitros do distrito terem que trabalhar três ou quatro vezes mais que os árbitros de CA de distritos de maior dimensão de modo a poderem atingir iguais patamares nos quadros nacionais. Aproveitou para criticar os árbitros que à margem do CA aceitam participar em torneios particulares e alertou para as inconveniências dessas decisões.

Antonino Silva, representante da Liga, chamou à atenção dos jovens árbitros para a importância que teria para eles treinarem na Covilhã, juntamente com Carlos Xistra e Jorge Cruz, visto estes estarem a trabalhar sob um plano de treinos elaborado por técnicos da própria Liga.

Para Carlos Almeida, presidente da direcção da AFCB, a autonomia que a direcção da Associação tem dado ao Conselho de Arbitragem tem dado frutos muito positivos e é desse modo que o CA vai ter que continuar a trabalhar, no entanto, não deixou de incentivar os árbitros presentes para que trabalhem cada vez mais, porque, como disse, trabalhando mais ficam mais capazes de errar menos.


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